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sexta-feira, 10 de junho de 2016

PF investiga juízes por venda de decisões para beneficiar facção

Associação de magistrados se diz 'constrangida'

Suelen GonçalvesDo G1 AM

Materiais apreendidos foram levados à sede da Polícia Federal (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)Materiais apreendidos foram levados à sede da Polícia Federal (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)
O superintendente da Polícia Federal no Amazonas (PF-AM), Marcelo Rezende, falou nesta quinta-feira (9) sobre a segunda fase da operação "La Muralla", que teve como alvo advogados, o juiz Luiz Carlos Valois, a desembargadora Encarnação das Graças Salgado e servidores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Os alvos são suspeitos de integrar um esquema para beneficiar traficantes de uma facção criminosa que atua no Estado. O caso corre em segredo de justiça no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Superintendente da PF no Amazonas falou sobre caso (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)Superintendente da PF no Amazonas falou sobre
caso (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)
"As informações obtida durante a investigação da La Muralla já contavam a existência de um esquema de negociações judiciárias para favorecer integrantes da facção criminosa. Como pessoas supostamente envolvidas possuem prerrogativa especial para investigação no STJ, essas informações foram encaminhadas para o Superior Tribunal de Justiça, e lá foi instaurado o inquérito judicial, e agora a polícia está cumprindo cautelar expedidas pelo STJ para a aprofundamento dessas investigações", relata Rezende.
Durante as investigações, a PF captou mensagens e diálogos evidenciando a suposta participação dos membros do judiciário no esquema.
Mesmo que apenas a desembargadora tenha o foro privilegiado, o entendimento da investigação é que havia uma relação entre as denúncias, e por isso advogados, servidores e o juiz passaram a ser de competência do STJ.
"Dois magistrados, dois servidores [do TJ-AM] e quatro advogados foram convidados a prestar esclarecimento sobre o caso. A maioria aceitou. Alguns invocaram o direito de não falar, mas a maioria dos convidados aceitou o convite. A ação ainda está em curso, os magistrados têm prerrogativa e a informação que tive é que eles estariam dispostos a contribuir.", afirma o superintendente.

Apreensões
Durante a manhã, 100 policiais federais se dividiram para apreender arquivos e documentos que possam comprovar a ligação dos alvos no esquema investigado. Residências, gabinetes e até uma locadora de carros foram visitados pelos policiais. Todo o material apreendido foi levado para a sede da Polícia Federal, no bairro Dom Pedro, e após analisados, serão encaminhados ao STJ.
Tanto a desembargadora quanto o juiz continuam no exercício de suas funções, pois não há provas que os liguem ao esquema investigado pela Polícia Federal. Caso provas sejam encontradas,  o STJ pode pedir o afastamento dos magistrados.
Desembargadora e juiz também são alvos da La Muralla 2 (Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça do Amazonas)Desembargadora e juiz também são alvos da La Muralla 2 (Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça do Amazonas)
"La Muralla"
No dia 20 de novembro de 2015, em ação coordenada, cerca de 400 policiais federais, 300 policiais militares do Batalhão de Choque e do Grupo Fera da Polícia Civil do Estado do Amazonas cumpriram 127 mandados de prisão preventiva, 67 mandados de busca e apreensão, sete buscas em presídios estaduais, 68 medidas de sequestro de bens, além do bloqueio de ativos registrados em 173 CPFs e CNPJs ligados a integrantes da organização criminosa, todos determinados pela Justiça Federal no Amazonas
A operação teve o objetivo de desarticular uma facção criminosa que atuava dentro do sistema prisional do estado. Além do crime de tráfico de armas, a organização criminosa é suspeita de praticar lavagem de dinheiro, evasão de divisas, roubo, homicídios, sequestro, tortura e corrupção de agentes públicos.
Policiais federais foram ao TJAM em busca de provas de envolvimento com esquema investigado (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)Policiais federais foram ao TJAM em busca de provas de envolvimento com esquema investigado (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

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