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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Jogadores do Bahia lamentam fracasso na Série B: "somos nós os culpados"

Era 17 de dezembro de 2014 quando o presidente do Bahia, Marcelo Sant’Ana tomava posse na Arena Fonte Nova, após a primeira eleição democrática do clube, para um mandato de três anos. Como prioridade, anunciou já no seu discurso o nome do diretor financeiro Marcelo Barros, responsável pelo setor que realmente teve vez em 2015.
Quase uma semana depois, no dia 23 de dezembro, Alexandre Faria seria contratado como diretor de futebol, com o objetivo de executar o que fora prometido por Sant’Ana enquanto candidato, quando carregava o slogan “A vez do futebol”, como carro-chefe da campanha. Ao fim do ano, pôde-se constatar que, curiosamente, a ordem de anúncios refletiu na maior virtude e no grande fracasso do clube na temporada.

Jogadores do Bahia lamentam fracasso na Série B: "somos nós os culpados"
Como medida emergencial, a folha salarial foi enxuta, porém, a diminuição do número de funcionários não desqualificou, muito menos comprometeu o trabalho do dia a dia. As mudanças administrativas renovaram o ambiente no Fazendão, que desde que se tornou o centro de treinamento oficial do clube, não via em seus trabalhadores tamanha satisfação. O Bahia cumpriu com todos os pagamentos em todas as esferas e até antecipou o 13º, pago no mês de outubro, com intuito de motivar ainda mais jogadores, comissão técnica e funcionários. 
Cabisbaixos, jogadores do Bahia lamentam gol sofrido contra o Santa Cruz, na Fonte Nova 
(Foto: Arisson Marinho/Correio)

Irregularidade 
No campo, no entanto, não funcionou. O principal objetivo do ano não foi cumprido. Voltar à elite era a obrigação de um clube que esteve entre os maiores orçamentos da Série B, sem considerar ainda a tradição, grandeza e conhecida história da instituição. Ao todo, 23 jogadores foram contratados, sendo 13 deles exclusivamente para a disputa da Série B, pois chegaram após o fim do Campeonato Baiano e Copa do Nordeste. E não é preciso ser nenhum matemático para ver que a margem de erro no segundo semestre foi muito alta.
Adriano Apodi, Hayner, Cicinho, Jailton, Gabriel Valongo, Gustavo, Marlon, João Paulo, Paulinho Dias, Eduardo, João Paulo Penha, Alexandro e Roger chegaram como “reforços” para a disputa da segunda divisão. Destes, apenas Eduardo jogou mais da metade das partidas da Série B, 26. Os erros de avaliação ficam evidentes quando se nota que dos 23 contratados em toda a temporada, além de Eduardo, apenas Souza e Tiago Real repetiram o feito de atuar em mais da metade das 38 rodadas.

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Certamente já esquecidos pela torcida e sem deixar saudades, os zagueiros Chicão e Adriano Alves sequer entraram em campo na Série B. Foram desligados do clube antes do início da competição. O setor, por sinal, foi o que mais deu dor de cabeça. Ainda no início do ano, Lucas Fonseca saiu, Marcelo Lomba foi emprestado para a Ponte Preta e Pará negociado com o Cruzeiro numa troca pelo volante Souza.
Como se não bastassem as consideráveis perdas, Titi também deixou o clube e partiu para o futebol turco no início da Série B. Durante boa parte da competição, Thales, Jailton e Robson eram as únicas opções. Os reforços demoraram a chegar. Vindo do Atlético Paranaense, Gustavo estreou apenas na 27ª rodada. Gabriel Valongo, contratado um pouco antes, jogou pela  primeira vez na competição apenas na 31ª rodada. Outros como Roger, João Paulo e Paulinho Dias também chegaram na reta final do campeonato. Os dois primeiros estrearam na rodada 26, enquanto o último apenas na 28ª.
Somente na lateral esquerda, nove jogadores foram utilizados e nenhum conseguiu se firmar. Raul, Carlos, Patric, Bruno Paulista, Marlon, Ávine, Vítor, João Paulo e Juninho se revezaram  sem conseguir manter uma regularidade, no mínimo, aceitável. 
A irregularidade do time nos dois primeiros terços do campeonato, ficava ilustrada na grande quantidade de empates e dificuldades em vencer adversários diretos. A demissão de Sérgio Soares, na 30ª roda, e a troca de comando não mudou isso.  Com Charles Fabian, apesar dos dois triunfos consecutivos nos dois primeiros jogos, contra Oeste e Criciúma, o Bahia se manteve instável e, assim como no ano passado, quando assumiu o time como interino, os problemas do atual treinador para gerenciar o elenco ficaram nas entrelinhas. 
Mudanças Entre acertos e os tantos erros já descritos, o presidente Marcelo Sant’Ana deve conceder entrevista coletiva hoje à tarde, no Fazendão. Mudanças e dispensas de atletas podem já ser anunciadas. Enquanto isso, o torcedor tricolor aguarda por um 2016 de menos decepção, melhores notícias e prioridades mais bem definidas, em que o futebol ao menos tenha vez.
CORREIO DA BAHIA
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