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quarta-feira, 30 de abril de 2014

ARACAJU: Bombeiros resgatam vaca que caiu em canal no bairro Aeroporto

Resgate da vaga demorou cerca de uma hora (Foto: Clodomir Sales/VC na TV Sergipe)Resgate da vaca demorou cerca de uma hora (Foto: Clodomir Sales/VC na TV Sergipe)
O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) resgatou uma vaca que caiu em um canal nesta terça-feira (29) no Conjunto Beira Mar II no bairro Aeroporto em Aracaju, Sergipe. Segundo o comerciante Clodomir Sales, que mora na região há dez anos, a falta de uma proteção facilita que incidentes como esse aconteçam.
“Espero que a prefeitura providencie a instalação de um guarda-corpo no local porque pessoas e outros animais também podem acabar caindo no canal”, afirma. Foi necessário um trator para suspender a vaca presa em uma cinta. A operação de resgate demorou cerca de uma hora.
O animal se desequilibrou e caiu quando comia o mato às margens do canal. De acordo com Clodomir, próximo ao local existe um terreno onde vaqueiros monitoram os animais pastando. “A vaca escapou em um descuido do vaqueiro, se tivesse uma grade isso certamente não teria acontecido”, frisa.

ESPECIAL: A Bahia foi longe com ele: há 100 anos nascia Dorival Caymmi

“Ai, ai que saudade eu tenho da Bahia”, cantava Dorival Caymmi (1914-2008) nos idos dos anos 50, já morando no Rio, onde conheceu sua mulher, a mineira Stella Maris (1940- 2008) e criou família. Mas a Bahia nunca saiu dos seus versos e, muito menos do pensamento e coração de Caymmi, que hoje faria cem anos. 
“Esse homem levou a Bahia longe. Ainda vai passar muito tempo e ele não vai deixar de levar. Isso é muito lindo”, afirma Paloma Amado, filha do escritor Jorge Amado (1912- 2001), parceiro e amigo de Dorival, com quem compôs alguns clássicos, como É Doce Morrer no Mar, Modinha para Teresa Batista e Canto de Obá. “Muito mais do que parceiros, eles se consideravam irmãos gêmeos”, define. 
Certamente sua maior fonte de inspiração, o mar da Bahia é tema recorrente nas canções de Dorival Caymmi, que se dizia ‘um homem do cais da Bahia, devoto também de Iemanjá’
(Foto: Acervo Família Caymmi)
“Eu ouvi, dele e de meu pai, a afirmação de que, se Jorge fosse compositor, ele escreveria as músicas de Caymmi. E, se Caymmi fosse escritor, faria as obras de Jorge. E é verdade”, endossa outro filho de Amado, João Jorge, para, em seguida, completar: “Dorival foi quem inventou a Bahia”.
E era uma Bahia de poesia, romantismo. A Bahia ingênua e pura dos pescadores; das mulatas e baianas de acarajé; dos orixás; das paisagens e belezas naturais; do vai e vem nas ruas, retratando em versos a rotina da cidade. A Bahia negra e praieira de Caymmi, dedilhada na cadência de seu violão; ora em samba-canção, ora em valsas e modinhas. 
Dorival em momento contemplação, na Lagoa do Abaeté: ‘Ficou gravado em mim pela beleza do lugar; puro’ (Foto: Acervo Família Caymmi)
“A Bahia e Dorival se confundem; é uma coisa só. E o Brasil conhece a Bahia a partir de artistas como ele e Jorge Amado”, afirma o artista plástico Juarez Paraíso. “Suas canções são grandes lemas, páginas de poesia; de estrutura simples, mas, ao mesmo tempo, complexa de conteúdo humano, e atualíssimas até hoje. Era a genialidade em pessoa”. Ao que João Jorge ratifica: “Quando você ouve uma música dele, você vê a Bahia viva, acontecendo”.
Inspirações
Em sua Bahia, Caymmi podia cantar de Mãe Menininha, a quem dedicou um samba, às suas 365 igrejas, passando pelas festividades no mar da rainha Iemanjá. “Os negros e mulatos, que têm sua vida amarrada ao mar, têm sido a minha mais permanente inspiração. Nada mais sou que um homem do cais da Bahia, devoto também de Iemanjá, certo também que estamos todos nós nas suas mãos, rogando que não envie os ventos da tempestade; que seja de bonança o mar da minha vida”, declarava Dorival.
Dorival Caymmi em seu apartamento, em Copacabana, ao lado da esposa, Stella Maris, e dos filhos: Dori, Danilo e Nana: os três herdaram o legado e o talento musical do pai
Não por acaso, ele cantarolou como era “doce morrer no mar”, narrou a lida diária dos pescadores, a jangada que saía e voltava abençoada com o peixe bom. Nada parecia superar a sua relação, quase simbiótica, com as águas salgadas da Bahia. “É uma canção que tenho vontade que se lembrem de mim através dela”, declarou sobre O Mar, cujos versos enaltecem o quanto é bonito a água quebrando na praia.
Mas ele também cantou o tabuleiro da baiana, com seu vatapá feito por quem sabe mexer; bem como o ritual das lavadeiras na Lagoa do Abaeté, de água escura, arrodeada de areia branca. “O Abaeté ficou gravado em mim pela beleza do lugar; rústico, puro”, recordou o artista no documentário Um Certo Dorival Caymmi (Aluísio Didier, 1999).
“Caymmi era um raro compositor e falava de vários temas com simplicidade e grandeza. A sua Bahia está aí; no seu legado que são suas canções. E na minha memória de criança feliz”, afirma Gal Costa, garantindo que sabe cantar todas as suas canções.
Jorge Amado e Dorival assinam alguns clássicos juntos, como a toada É Doce Morrer no Mar. “Muito mais que parceiros, eles se consideravam irmãos gêmeos”, conta Paloma, filha do escritor
Do samba à bossa  Em mais de 60 anos de carreira e 50 discos (entre obras próprias e participações), Caymmi escreveu pouco mais de 100 composições, o que alimentava o mito da preguiça baiana. Mas, como bem disse Caetano Veloso, certa feita: “Escrevi 400 canções e Dorival Caymmi 70. Mas ele tem 70 canções perfeitas e eu não”.
O tropicalista Tom Zé endossa: “Eu era muito jovem e Dorival me impressionava profundamente; principalmente a maneira de compor, mudando de andamento e estruturando seções bem compartimentadas. Sua influência na carreira de nós todos, tropicalistas, é imensa e plena”. Os devidos créditos à marca Caymmi na música brasileira, entretanto, antecedem ao tropicalismo, tendo sido fundamental para formatar a bossa nova de Tom Jobim (1927-1994) e João Gilberto, se estendendo aos Novos Baianos e influenciando artistas até hoje.
Caymmi e Gal Costa durante o show Gal Canta Caymmi, nos anos 70. “A Bahia de Caymmi Bahia está aí; no seu legado que são suas canções. E na minha memória de criança feliz”, diz Gal
Que o diga o novo disco de Gilberto Gil, Gilbertos Samba, lançado em homenagem a João Gilberto, mas que perpassa a obra de Dorival, presente em duas das 12 faixas. Inclusive, na inédita Gilbertos, gravada com Dori, primogênito de Caymmi, o cantor o cita como “quem nos deu a noção da canção como um liceu”. Gil, que foi casado com Nana e, portanto, genro de Dorival, já declarou que ele foi um dos seus grandes mestres.
Em família
O primeiro contato de Caymmi com a música remete à infância. “Eu devia ter entre 2 e 4 anos e, de repente, fui tocado por um som que vinha da vitrola do vizinho. Fiquei tomado”, contou, em Um Certo Dorival Caymmi.
Criado numa casa em que a mãe cantarolava e o pai tocava bandolim, a música naturalizou-se para Dorival. Ele chegou a cursar Direito no Rio de Janeiro mas, para garantir o pão de cada dia, apanhou seu violão e desembarcou na Rádio Tupi. “Passei a ser Cantor dos Mares, da Bahia”, relembrou no documentário.
Seu primeiro sucesso já demonstrava a devoção à sua terra. Interpretada por Carmen Miranda (1909-1955) e parte da trilha sonora do longa Banana da Terra, O Que é Que a Baiana Tem? data de 1939. Declaradamente influenciado pelo que via – “esses olhos vão ver a canção; eles veem e realizam” –, Caymmi seguiu transformando paisagens, fatos e pessoas em música, eternizando sua maneira de ver, sentir e ser a Bahia.
Com o fotógrafo e etnólogo franco-brasileiro Pierre Verger. Ele e Dorival dividiam o amor pela Bahia negra e ajudaram a construir a imagem vendida para o resto do Brasil - e mesmo o mundo
Contemporânea de Dorival, Alta Rosa, viúva de Calazans Neto (1932-2006), relembra, em tom saudosista, essa Bahia versada pelo amigo. “A Bahia que Dorival cantava era dengo, como ele mesmo era; dengoso. Mas está perdendo aquela delicadeza”.
Em sua última visita ao estado, em 2006, quando veio receber o Prêmio Jorge Amado de Literatura e Arte, Dorival, enfim, parecia reconhecer o seu legado. “Agora, sinto que fiz a minha parte. A Bahia é a minha vida, a minha história. Minhas músicas falam de uma Bahia que amo; autêntica e diferente de todos os estados”.
Aos 92 anos e já debilitado, ele subiu ao palco do Teatro Castro Alves de cadeira de rodas. Fazia 11 anos que Dorival não vinha aqui e foi aplaudido de pé, durante 15 minutos, pelos cerca de 1,5 mil convidados. Pois que sigamos aplaudindo-o pela sua eternidade. A Bahia e sua gente agradecem.






Neta fala sobre vida e obra do mestre, por Hagamenon Brito
Carioca nascida em Caracas, Venezuela, e filha da cantora Nana Caymmi, a jornalista Stella Caymmi, 50 anos, é autora da excelente biografia Dorival Caymmi: O Mar e o Tempo (Editora 34/R$ 76/ 616 páginas). 
Publicada originalmente em 2001, quando foi finalista do Prêmio Jabuti, a obra ganha edição revista e atualizada, com sessão de lançamento em Salvador na Saraiva do Shopping Iguatemi, dia 14 de maio, às 19h.
Com predileção especial no repertório majestoso do avô pelas canções Saudade, Sábado em Copacabana, História dos Pescadores e Acaçá, Stella vem participando de diversas atividades de pensamento, pesquisa e curadorias relativas ao centenário de Caymmi.
Apesar de ser neta de Dorival Caymmi e, portanto, conviver desde sempre com ele, como foi pesquisar por dez anos a vida e a obra do seu avô para a biografia O Mar e o Tempo? Mudou sua visão, de algum modo, sobre ele?
Foi uma tarefa hercúlea. Não fiz o giro tradicional de instituições de pesquisa porque descobri que o material que meu avô guardava era incomensurável. Já sabia que era muito, mas quando fui pôr a mão na massa foi que me dei conta da enormidade. Ele havia guardado praticamente tudo desde a década de 1930. Por exemplo, jornais desde a década de 30, 40 agendas que não eram só agendas, mas funcionavam para várias finalidades, diário, anotações, impressões, letras de músicas, saudações ao orixá ou santo do dia e por aí vai. Ou seja, só aí 40 tomos! Sem falar  na iconografia que ele juntou, outro material de proporções épicas, etc. Afora as entrevistas com ele, mais de 80 e as demais entrevistas com parentes, contemporâneos, artistas... Resumindo: tive de virar uma arquivista amadora, uma museóloga, antes de fechar a pesquisa e começar a escrever. Mudou minha visão, sim. Quando você mergulha na vida de uma pessoa - e no caso ao mergulhar na vida de Dorival Caymmi, mergulho também na história da minha família e portanto minha história também -, você vai tocando mais fundo no âmago das questões, na medida do possível, e vai tendo perspectivas e relevos que se fosse algo mais superficial, eu não perceberia. Só o tempo permite esse amadurecimento. Mudou sobretudo porque o lado humano de Caymmi por trás do artista e avô foi se mostrando para mim. Por exemplo, porque ele escondeu Saudade da Bahia por dez anos. É porque revelava muito o estado de melancolia em que ele se encontrava quando a compôs de uma sentada só em 1947 num bar do Leblon pedindo no balcão um papel de embrulho para anotar a letra. Eram sentimentos marrons, segundo Victor Pauchet, do livro de vida inteira que Caymmi carregava consigo, um manual de saúde mental e física. Os sentimentos escuros eram para ser evitados... E descobri que ele trabalhou muito. Ninguém faz uma temporada de um ano numa boate,  a Bon Gourmet, com folga de um dia na semana se é preguiçoso, concorda? Sabiamente, ele usou a preguiça para equilibrar-se no tempo.
Caymmi mudou-se para o Rio na juventude, em abril de 1938. Como foram a infância, a adolescência e o começo da juventude dele naquela Salvador ainda pré-industrial e idílica, com fatos e personagens que marcariam a sua obra?
A infância, a adolescência e o começo da juventude foram o cenário em que ele captou e construiu a maior parte da matéria-prima, a Bahia com seus costumes, encantos e mistérios, para sua obra! Uma Bahia que durante essas primeiras décadas da vida de Dorival havia mudado muito pouco. Assim ele pode pintá-la em suas músicas e letras, era como se a Bahia tivesse ficado um período intocável e imóvel para o artista desenhá-la e delineá-la  com seus lápis e pincéis.
Em algum momento da vida, Caymmi mostrou-se triste ou saudoso daquela velha Salvador que, aos poucos, se tornou um quadro pregado da memória, mesmo que a cidade ainda conserve parte daquela magia?
Triste, ou melhor, melancólico como disse em Saudade da Bahia, sentindo necessidade talvez dessa mãe negra de colo quente que conta histórias para ninar. Saudade da velha São Salvador da sua infância, adolescência e início da juventude, sempre. Buscava-a sempre, porque nela também buscava a si mesmo, a memória dela e a memória de si mesmo se fundiam; acho que é natural. Eu mesma aqui no Rio, já noto tantas mudanças no cenário da minha vida que fico lutando comigo para tentar não esquecê-la. Acho que muitos de nós fazemos isso. Busca essa recuperação afetiva. Nesse sentido as mudanças dificultam a memória ou a agridem, até, não é? A Itapuã da sua infância ainda é Itapuã, mas já não é mais, entende? É o grande mistério do tempo, com quem ele se relacionava quase de uma maneira antropoformizante, para melhor compreendê-lo e aceitá-lo, para um bem viver, sem lutas inglórias contra ele. Tornou-o seu aliado e seu inspirador. Xangô, o orixá, o ajudou muito como também outro livro de cabeceira, a Bíblia, onde tem a sua passagem predileta em Eclesiastes: “Há tempo para tudo sob o sol, tempo pra plantar, tempo  pra colher, tempo para rir, tempo para chorar”. Tô citando de cor e fora de ordem, mas era isso mesmo. Ele ía ao âmago do grande mistério da vida. 
Stella Caymmi com o avô em 2008
Qual o impacto do Rio na obra de Caymmi? Aliás, ele sofreu algum tipo de preconceito (racial, artístico) na chegada ao Rio?
Não sofreu preconceito racial, nunca me disse nada sobre isso. Mas artístico sim, não diria preconceito, mas uma palavra mais dura num certo sentido, a inveja. Como dizia minha avó Stella: inveja seca pimenteira. É uma barra. Um anônimo que chega ao Rio e o toma de assalto mansamente e abala o meio artístico sobretudo, além do que já estava estabilizado na Era do Rádio, uma parte daqueles compositores e letristas que estavam em torno da Carmen (Miranda) e de certa forma dependiam dela. E aí chega Caymmi, ela grava O Que É Que a Baiana Tem? no filme Banana da Terra e depois num 78 rotações. Imagine, em dueto com ele,  encarna a baiana, uma baiana de palco naturalmente, e daí a leva pro mundo. Ou seja, ele mudou a história da música com seu aparecimento na Era do Rádio. Não foi mole não! E foi difícil para os demais artistas, além daqueles que o admiravam e até veneravam desde o início, como Almirante, Aloysio de Oliveira e Braguinha por exemplo, do filme Banana da Terra... Viram seu valor de imediato! Os demais tiveram tremenda dificuldade como foi o caso de Ary (Barroso), de David Nasser, de Sílvio Caldas, e por aí vai. Mas ele ficou amigo de quase todos, não perdia tempo com brigas tolas, ele precisava viver! O Rio  deu a Caymmi as condições para realizar sua carreira. Além disso, foi lá que ele constituiu família com a mineira Stella e teve seus filhos e a maior parte dos seus netos (eu nasci em Caracas, sou uma exceção). E o Rio dos anos 1940 e 1950 o impactaram esteticamente na medida em que ele é matéria- prima de uma nova vertente na sua obra que são os chamados sambas urbanos, ou fase carioca, ou fase romântica. 
Carmen Miranda foi fundamental para o sucesso de Caymmi. É verdade ou lenda que ele ajudou ela a criar até o gestual com as mãos e os olhinhos revirados na hora de cantar?
 Sobre o gestual, a Carmen cantava também com as mãos, os olhos, o corpo, enfim. Mas ela precisava de Caymmi para compreender essa descrição da baiana não mítica, mas a baiana que Caymmi conheceu com torso e não turbante, com pano da Costa e não xale, balangandãs... Trouxe a mulher afro-brasileira, a baiana para o centro da cultura brasileira com uma força imagética inigualável. O Brasil é grande hoje, imagine como ele não era imenso e diverso no início do século XX! E ela pediu que ele fosse seu ponto na gravação do filme, assim Caymmi colaborou com seus trejeitos. Eles se entenderam de imediato. Era um momento crucial na carreira de Carmen, que ela sequer desconfiava no que ía dar e crucial para ele, pois o começo da carreira de Caymmi já foi seu ápice! Isso é incrível, ainda que ele tenha se mantido incólume durante a maior parte do século XX e  continuando a compor, não só nas quatro principais vertentes, mas valsas, fado, ciranda, com uma liberdade incrível.
Qual o impacto da estreia de Caymmi, com sua grave/doce e seu modo de tocar violão, na MPB dos anos 1940?
Um impacto estético difícil de dimensionar. Ele é um dos construtores da música popular brasileira, um dos que ditam seu rumo, além de ser um dos tradutores não só da Bahia, mas do Brasil. Não só na sua área de músico popular, mas tão tradutor e igualmente importante - até porque a penetração da música e do rádio era tal que a penetração do livro ou do jornal não conseguiram alcançar - como  Gilberto Freire, ou Portinari, ou Jorge Amado, ou Guimarães Rosa, ou Jobim e Vinicius de Moraes. Ensinam-nos como por espelho um pouco do que nós somos.
Considero Caymmi e Jorge Amado os principais criadores da ideia de baianidade. Ele tinha consciência disso, também, do quanto sua música se misturou à ideia da cultura do seu povo?
Tinha, não como um intelectual que discorre, explica ou escreve um ensaio sobre o assunto. Tinha consciência dele mesmo, profunda, consciência de ser baiano, e sendo baiano, consciência de ser brasileiro e assim sendo, consciência da sua universalidade, sem precisar apregoar isso. Ele sabia quem era e o que tinha feito. E sabia também das suas limitações que ele tratou de vencer da maneira que pode e que as circunstâncias lhe pediram. Ele era um curtidor das coisas saborosas da vida cotidiana. Ele se divertia muito com essa história de preguiçoso. Muito mesmo. E usava malandramente a seu favor. Era um drible digno de Garrincha.
Que lembrança ele guardou da última visita à Bahia, em 2006?
Ele voltou no tempo e foi se “despedir”, sem o saber exatamente (é claro que sempre sabemos que um dia iremos embora dessa vida), da sua Bahia, foi rezar pro Senhor do Bonfim. Eu estava lá, assisti ao momento de suas orações, é um momento que ninguém que estivesse lá poderia esquecer. Foi passear pelos caminhos da sua infância e deve  ter visto em seu coração os pais, seus irmãos,  os amigos, as festas de largo, o São João, as roças do candomblé, tudo estava ali nele enquanto ele olhava para a cidade e para o tempo. E aceitava que as mudanças eram inevitáveis. Ele não era  um saudosista. Apenas tudo isso  constituía uma boa parte do que ele 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mulher tem atendimento negado enquanto médico joga paciência no computador

Médico omite atendimento e fica jogando no computador, diz neto de paciente; veja o vídeo


Imagem: Reprodução
















Conforme relatado pelo internauta Rodrigo Barbosa, um médico omitiu atendimento a sua avó em hospital de Osasco, limitando-se a ignorá-la, negando-se, ainda, a interromper o jogo no computador. 

De acordo com Barbosa, segundo o qual o atendimento era responsabilidade do médico, a omissão foi interrompida apenas com a iniciativa de uma enfermeira, a qual não foi acompanhada pelo profissional de saúde.

Veja o vídeo e leia o relato abaixo:

Luciana Castro
Gazeta Social


segunda-feira, 28 de abril de 2014

TRÁFICO: Mulher é presa transportando drogas para presídio nas fraldas de filha

Jaqueline levava drogas na fralda da filha 
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Uma mulher foi presa na tarde da última sexta-feira (25) por transportar drogas que ficavam escondidas na fralda de sua filha. Jaqueline Ferreira de Souza, de 28 anos, foi detida após visitar o pai do bebê no Complexo Penal de Serrinha. Segundo o delegado Mozart Cavalcanti, coordenador da 15ª Coorpin (Coordenadoria Regional de Policia do Interior), ela era responsável por transportar drogas entre a cidade e Bom Jesus da Lapa. 

O pai da criança usada para transportar a droga, Fracileno de Jesus Nunes, é conhecido como 'Su' e está detido em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na ala de segurança máxima do complexo. Ele controlava o tráfico de drogas de Bom Jesus da Lapa e chegou a ser transferido do Presídio da Mata Escura, em Salvador, para Serrinha pois seguia dando ordens a seus comparsas mesmo de dentro da cadeia na capital baiana.

Ainda segundo a Polícia Civil, uma outra mulher da quadrilha de Fracileno também foi presa em Bom Jesus da Lapa. Viviane Vieira Maia, de 26 anos, trabalhava na Pastoral da Criança da cidade. Investigações apontam que ela emprestava sua conta corrente para o tráfico, fazendo depósitos e retiradas bancárias, a mando do líder.

Em janeiro deste ano a polícia apreendeu mais de 100 quilos de drogas entre maconha, cocaína e crack em uma fazenda de propriedade de Fracileno, em Bom Jesus da Lapa. No local também foram encontradas sete armas, 517 munições, além de R$28 mil. Comparsas do traficante também foram presos durante a operação da polícia.
Em operação, polícia apreendeu mais de 100 quilos de drogas (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Egito condena 683 pessoas à morte

O Tribunal Penal de Minia, no sul do Egito, condenou à morte nesta segunda-feira, 28, 683 seguidores da Irmandade Muçulmana por cometer atos de violência por terrorismo e envolvimento na morte de manifestantes contrários ao presidente deposto Mohamed Morsi.
O Tribunal Penal de Minia, no sul do país, ordenou remeter os expedientes dos processados ao mufti do Egito, Shauqui Alam, máxima autoridade religiosa, o que segundo o sistema judiciário egípcio significa que foram condenados à morte.
A maioria destas pessoas foram julgadas à revelia, enquanto entre os detidos se encontram alguns dirigentes islamitas, como Badía, que enfrenta acusações de atacar instituições públicas e a delegacia do distrito de Al Edua.
Em outro caso, o presidente do tribunal, o juiz Said Youssef, ditou pena de morte firme para 37 pessoas e prisão perpétua para outras 491 por seu envolvimento em atos violentos.
Este segundo grupo de mais de 520 pessoas tinha sido condenado à pena capital em 24 de março e seus processos tinham sido remetidos ao mufti de forma provisória para que este emitisse uma sentença não vinculativa.
As famílias explodiram em prantos e gritos ao conhecer as sentenças, e insistiram em que seus familiares são inocentes.
A decisão judicial de condenar à morte esse número tão elevado de pessoas não tem precedentes na história do Egito e despertou a críticas de países ocidentais e de organismos de direitos humanos.
Estadão e EFE

Contra o racismo, Zico bate falta com perfeição e derruba cacho de banana

Zico, ídolo eterno do Flamengo, também entrou na campanha contra o racismo. Em vídeo publicado na internet, o Galinho parabeniza Daniel Alves pela atitude de comer uma banana jogada por um torcedor, num ato racista, durante partida do Campeonato Espanhol. 
'Parabéns, Daniel. Banana é muito bom', afirma Zico no vídeo que, em seguida, come a fruta. 
Na sequência, Zico se posiciona e acerta um chute no ângulo, derrubando um cacho de bananas. 
Confira o vídeo: 


Ladrão fica preso na janela em tentativa de furto

Ladrão tentou furtar casa na Vila Ocidental, mas
ficou preso na janela da cozinha e acabou detido
(Foto: Arquivo Pessoal)
Um ladrão de 21 anos ficou preso na janela da cozinha ao tentar furtar uma casa na Rua Reverendo Coriolando, na Vila Ocidental, em Presidente Prudente, na madrugada desta segunda-feira (28), por volta das 2h30. Segundo o registro policial, na fuga, um dos moradores, um radialista de 48 anos, segurou o bandido pelo braço, impedindo-o de sair do local. O jovem foi preso em flagrante.
Segundo o radialista, na residência moram sua mãe, uma aposentada de 69 anos, e seu irmão, de 32 anos, que trabalha como representante comercial. “Minha mãe acordou com alguns barulhos e se deparou com o ladrão na cozinha. Imediatamente, ela gritou e fui ver o que estava acontecendo. Vi que ele estava desarmado e tentando fugir pela janela, mas não conseguiu e ficou preso, então, aproveitei e o segurei pelo braço”, explicou.
Ainda conforme a vítima, seu irmão também acordou e ajudou a deter o homem do outro lado da janela até a chegada da polícia no local. Segundo o boletim de ocorrência, os policiais questionaram o ladrão sobre a tentativa de furto e ele relatou que entrou na cozinha para “pegar” algo para comer.
Vidros da janela ficaram quebrados após a tentativa de furto (Foto: Carolina Mescoloti/G1)
Vidros da janela ficaram quebrados após a
tentativa de furto (Foto: Carolina Mescoloti/G1)
Assustada, a aposentada afirmou ao G1que se sente insegura. “Moro aqui há 50 anos e nunca tinha visto nada parecido. Ainda estou muito assustada com o que vi, ainda bem que meus filhos estavam aqui para me ajudar”, declara.
O ladrão relatou ainda, conforme consta no boletim, que é morador de rua e tem familiares em Presidente Epitácio. Ele disse também que seu pai mora na cidade de Cuiabá (MT).
Diante dos fatos, a polícia deu voz de prisão em flagrante ao rapaz, que foi encaminhado à delegacia. O boletim de ocorrência foi registrado e o bandido foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, onde permanece recolhido à disposição da Justiça.

Cabo da PM tem a casa invadida e é alvejado com dois disparos de arma de fogo

​Vítima é conhecida por ser um dos organizadores da TJB.
Policial foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, na Capital (Crédito: Instagram / Emerson Machado)
O cabo ‘Leão’, da Cavalaria da Polícia Militar da Paraíba, foi alvejado com dois tiros de arma de fogo, por dois elementos que invadiram a sua residência, no bairro do Cristo, em João Pessoa. O crime ocorreu na tarde desta segunda-feira (28). A vítima é conhecida no meio esportivo por ser um dos organizadores da Torcida Jovem do Botafogo (TJB), da Capital.
O cabo Leão foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL), na Capital. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Wscom

Mãe flagra marido tentando estuprar as duas filhas

​Foto ilustrativa
Uma menina de 11 anos teria sofrido uma tentativa de estupro por parte do próprio pai, na manhã desta segunda-feira (28), na comunidade Saturnino de Brito, em Jaguaribe, Zona Oeste da Capital. A informação foi confirmada pela Polícia Militar e teria sido denunciada pela mãe da garota.
A menina teria relatado que ela e a irmã de 13 anos sofriam constantes tentativas de estupro, mas não denunciavam com medo de que a mãe não acreditasse.
Na manhã desta segunda, a dona de casa estava lavando roupa no quintal e depois de ouvir um barulho, foi ao quarto das meninas onde viu o marido seminu tentando abusar de uma das garotas. Ao presenciar a cena, a mãe das meninas entrou em desespero e ligou para a polícia.
Após o flagrante, o pai fugiu do local e é considerado foragido da polícia, uma vez que a mãe prestou queixa contra ele na Delegacia do Menor, em Jaguaribe.
A polícia está fazendo buscas para localizá-lo, mas até o final da tarde desta segunda-feira (28), ele ainda não havia sido localizado.
Portal Correio

Senado aprova fim de doações de empresas a partidos políticos e candidatos

CCJ
Doações de empresas em dinheiro ou por meio de publicidade a candidatos e partidos políticos podem ficar proibidas. O substitutivo ao projeto de lei (PLS 60/2012) da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) foi aprovado nesta quarta-feira (16) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em turno suplementar. Se não houver recurso para votação pelo plenário do Senado, a matéria segue para a Câmara dos Deputados.

O substitutivo de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR) altera a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Inicialmente a ideia da senadora Vanessa Grazziotin era estender aos doadores de campanha, sejam pessoas físicas ou jurídicas, as limitações já impostas aos candidatos pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010). O PLS 60/2012 tratou, assim, de transpor os mesmos critérios de elegibilidade definidos na Lei da Ficha Limpa para classificação de cidadãos e empresas legalmente aptos a investir em campanhas eleitorais.

Sob o argumento de que pessoas jurídicas não têm direito a voto e que, portanto, as eleições são processos com participação direta exclusiva dos eleitores, Requião decidiu pela proibição de toda e qualquer contribuição financeira de empresas a partidos e candidatos.

Quanto às restrições a doações de pessoas físicas, Requião considerou desnecessária a exclusão de doadores 'ficha suja' como proposto pelo PLS 60/2012. Atualmente, as doações de cidadãos para campanhas são limitadas a 10% do valor dos rendimentos brutos obtidos no ano anterior. “Considero essa regra aceitável no caso das pessoas físicas, cujas diferenças de rendimento não são, normalmente, tão grandes quanto as diferenças no faturamento das empresas”, justificou Requião.

domingo, 27 de abril de 2014

BAHIA: Polícia Militar convoca 595 novos Soldados

Polícia Militar convoca 595 novos Soldados
A Polícia Militar da Bahia convoca 595 candidatos aprovados no concurso para o Curso de Formação de Soldados (CFS), realizado em 2012, nesta sexta-feira (25). A lista terá o nome dos candidatos habilitados para a fase de exames pré-admissionais e será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). 
 
A primeira convocação aconteceu em novembro do ano passado e foram chamados 1.405 candidatos. Os primeiros convocados foram considerados aptos para matrícula e começaram o curso em janeiro deste ano, segundo a Secretaria de Comunicação do Estado (Secom). 
 
As próximas etapas para os convocados desta sexta-feira serão a entrega de documentos, a realização de exames médicos, avaliação psicológica, teste de aptidão física e investigação social. Ainda de acordo com a Secom, o certame de 2012 será prorrogado por mais um ano, conforme portaria conjunta entre as secretarias da Administração (Saeb) e Segurança Pública (SSP), a qual também será publicada no DOE desta sexta-feira (25).
 
Os futuros soldados bombeiros e policiais militares da PMBA passarão pelo Curso de Formação de Soldados durante nove meses e a partir do ano que vem já estarão nas ruas, segundo a Secom. 
 
As informações são do iBahia.

DECLARAÇÃO DO IR: 10 razões para não incluir alguém como dependente

Antes de incluir um dependente na declaração do Imposto de Renda, que permite dedução pelo modelo completo de até R$ 2.063,64, o contribuinte deve avaliar se compensa ou não e se a inclusão é permitida.

1) Existência de rendimentos tributáveis: 
Na maioria dos casos em que o dependente possuir rendimentos próprios, será vantajoso ao contribuinte e ao seu dependente apresentar uma declaração em separado. Uma exceção é o contribuinte que possuir mais despesas dedutíveis do que rendimentos. O dependente com rendimentos acima de R$ 25.661,78 pode apresentar uma declaração em separado e ter o desconto do modelo simplificado (20% dos rendimentos tributáveis).G1 reuniu em uma lista 10 razões para que o dependente não conste na declaração, com a ajuda de Silvinei Toffanin, diretor da DIRETO Contabilidade, Gestão e Consultoria e Eliana Lopes, coordenadora de Imposto de Renda da H&R Block. O prazo de entrega termina no dia 30 de abril.

2) Propriedade ou sociedade: Se o dependente tiver propriedades em seu nome ou fizer parte de alguma sociedade, é mais vantajoso cada um apresentar sua declaração.
3) Apresentação de declaração em separado: Caso um dependente venha a apresentar declaração em separado, o contribuinte não poderá informá-lo como dependente.
 
4) Emancipação: Nessa situação, o contribuinte precisa avaliar se, no seu caso, compensa. Em princípio, o emancipado deve declarar em separado, com o número de inscrição no CPF próprio. Entretanto, se o emancipado ainda se enquadrar nas condições que autorizem a dependência, para fins de Imposto de Renda, pode aparecer como tal na declaração de um dos pais.

5) Idade: Quando o dependente completar 21 anos de idade e não estiver cursando ensino superior ou escola técnica do 2º grau, o contribuinte deve retirá-lo da declaração, ainda que todas suas despesas sejam pagas pelos pais.
6) Guarda judicial: O contribuinte só pode considerar como dependentes os filhos que ficarem sob sua guarda, em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente. Caso contrário, se não tiver mais a guarda, é preciso retirá-lo da declaração.  O mesmo vale para ex-cônjuge.

7) Morte do dependente: Em caso de falecimento, o dependente deverá ser retirado da declaração anual no ano subsequente ao falecimento. Neste caso, se o dependente faleceu em 2011, na declaração de 2012 ele não pode mais ser declarado.

8) Sogros proibidos: Sogro ou a sogra não podem ficar na lista de dependentes se seu filho ou filha não estiver declarando em conjunto com o genro ou a nora.

9) Um dependente em duas declarações: Nesse caso, o dependente não pode aparecer na declaração do pai e na da mãe, caso declarem separadamente. A Receita Federal aceita e permite a dedução na declaração do pai ou da mãe.

10) Dependente que não é dependente: Por mais que o contribuinte pague todas as contas de uma pessoa, como uma namorada, por exemplo, a Receita não aceita que a dedução seja feita. Podem ser dependentes os companheiros, filhos até 21 anos (ou 24 anos, se estiverem cursando a universidade). Também podem ser incluídos os menores de idade de quem se tenha guarda judicial. Os pais e avós podem ser dependentes dos filhos desde que tenham rendimentos tributáveis isentos ou tributáveis exclusivamente na fonte cujo valor total no ano não ultrapasse até R$ 20.529,36. A dedução por dependente, possível apenas por quem declara pelo modelo completo, é de até R$ 2.063,64.

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

FRAM MARQUES

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SIMPLES ASSIM...

HOJE APRENDI QUE VIVER É SER LIVRE, QUE TER AMIGOS É NECESSÁRIO, APRENDI QUE O TEMPO CURA, QUE LUTAR É MANTER-SE VIVO, QUE DECEPÇÃO NÃO MATA, QUE HOJE É REFLEXO DO ONTEM, QUE VERDADEIROS AMIGOS PERMANECEM QUE A DOR FORTALECE, QUE A BELEZA NÃO ESTA NO QUE TEMOS, MAS SIM NO QUE SENTIMOS! , E QUE O SEGREDO DA VIDA É VIVER,

LUTE, SONHE, PERDOE, CONQUISTE CADA SEGUNDO, POIS,
NA VIDA NÃO HÁ RETORNOS:
SÓ RECORDAÇÃO.

SE ALGUM DIA ALGUÉM LHE DISSER QUE SEU TRABALHO NÃO É DE UM PROFISSIONAL, LEMBRE-SE:
AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS CONSTRUÍRAM O TITANIC.
PORTANTO, ANTES DE RECLAMAR, LEMBRE-SE, NÃO SOU PERFEITO, MAS PROCURO A PERFEIÇÃO.




FRAM MARQUES

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