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GIRO REGIONAL

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UM GIRO NO NORDESTE

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

CASAL É PRESO POR TRÁFICO DE DROGAS EM CÍCERO DANTAS-BA

Por volta das 18:30hs de segunda-feira, 19, policiais civis de Cícero Dantas divulgaram a prisão do casal Rubismario de Jesus Santos (Major), 30 anos, e Ivanilda Rodrigues dos Santos (Ninha), 33 anos.

A prisão teria acontecido às 17:00hs, naquele município, após serem encontrados com a dupla: 8Kg de maconha prensada, e 1.000 embalagens plásticas utilizadas para armazenar cocaína. Ambos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil da cidade onde foram autuados em flagrante pelos crimes de Tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Na seqüência, os agentes seguiram para a residência de Major, onde encontraram: 01 revólver cal. 38, municiado, uma quantidade de maconha (não especificada), e uma quantidade de um pó branco semelhante à cocaína (não especificada), sendo que parte do pó branco estaria armazenada em embalagens plásticas, pronto para venda. Todo o material foi levado para a Delegacia, onde foram juntados ao processo.

Fonte: Pombal Alerta
Foto: Pombal Alerta
Postagem: Brankinho Mendes / ARILDO LEONE

Filme pornô no Forte São Marcelo? Cenas de sexo chamam atenção em ponto turístico de Salvador

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Foto: Reprodução
Um dos sítios históricos mais importantes de Salvador, o Forte São Marcelo se tornou locação para cenas de sexo explícito de um filme, gravado em plena luz do dia, nesta segunda-feira (19/10).
A filmagem, feita no atracadouro da fortificação, por volta das 16h, foi feita a apenas 270 metros do Terminal Turístico Náutico e acabou chamando a atenção de muitos visitantes. Alguns deles tiraram fotos dos atores completamente nus e (fazendo ou) simulando a conjunção carnal.
As imagens, enviadas por uma leitora do COMUNICA pelo Facebook, mostram um ator, aparentemente mais velho, deitado sobre uma mulher, e depois em posição contrária. Cerca de 20 pessoas trabalharam ou acompanharam a gravação no píer.
Fechado há quatro anos, o Forte São Marcelo é administrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e passa por restauração desde o ano passado. OCOMUNICA enviou um e-mail para a assessoria do órgão para saber detalhes das filmagens.
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Foto: Reprodução

Comunica Bahia – Sua fonte de notícias

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Finlândia vai testar sistema em que trabalhar é uma escolha

Maioria dos finlandeses apoiam a proposta de renda única universal.
Maioria dos finlandeses apoiam a proposta de renda única universal.
wikipédia
Lúcia Müzell

Se você ganhasse uma renda mínima sem nenhuma contrapartida, ficaria em casa assistindo televisão ou continuaria acordando cedo para ir trabalhar? A Finlândia está disposta a testar a resposta dos seus cidadãos. No ano que vem, o país deve fazer a experiência da renda universal mínima para toda a população, independente da situação social ou da idade.
A ideia é substituir todas as ajudas financeiras sociais dadas pelo governo por apenas uma, de um valor fixo e igual para todos. O principal objetivo é lutar contra a pobreza – em algumas regiões do país, o desemprego chega à casa de 20% da população ativa.

Em segundo lugar, a meta é, curiosamente, diminuir os gastos em programas sociais. Unificando as prestações, a Finlândia espera aperfeiçoar o serviço e reduzir o número de funcionários dedicados a este setor da administração pública.

O economista Marc de Basquiat, autor de uma tese sobre o assunto na França, adverte que o projeto de oferecer apenas uma ajuda financeira para os cidadãos é uma ilusão - pelo menos nos países europeus, onde a preocupação social é um valor.

“Não se pode pensar que, ao adotar uma renda de base, todas as outras ajudas sociais cessariam. Não é verdade. Os complementos para habitação, por exemplo, continuariam. Da mesma forma, aqueles que contribuíram a vida inteira para aposentadoria vão ter direito a uma renda a mais na velhice”, afirma. “Ou seja, vão continuar existindo ajudas a mais, separadas.”

Definição sobre o valor adequado é essencial
O especialista ressalta que, para dar certo, a experiência deve adotar um valor nem muito elevado, sob o risco de desestimular as pessoas a trabalhar, mas nem baixo demais, que seria ineficaz para tirar os mais carentes da pobreza. Para de Basquiat, a premissa de que o número de desocupados explodiria não passa de um clichê.

“Sempre existiram e sempre existirão pessoas que escolhem viver de uma maneira frugal, com muito pouco dinheiro, e são felizes assim. Não há muitos estudos científicos sobre quantas pessoas se enquadram neste caso”, indica. “Mas as pesquisas já feitas na França, nos Estados Unidos ou no Canadá mostraram que o número daqueles que param completamente de trabalhar é muito marginal. É preciso acabar com a fantasia em torno desse assunto: em regra geral, as pessoas querem se integrar na sociedade e, para isso, elas exercem uma atividade.”
Segundo os especialistas, a renda mínima ideal em um país como a França seria em torno de € 460 (R$ 2.033). O governo da Finlândia avalia adotar um valor entre € 400 (R$ 1.768) e €700 (R$ 3.095). A medida conta com um amplo apoio da população: nas pesquisas mais recentes, 80% dos finlandeses se mostraram favoráveis à iniciativa.

Movimento na Europa
Em toda a Europa, políticos, intelectuais e associações militam por uma renda mínima universal, com o argumento de que liberaria os trabalhadores para fazerem aquilo que realmente gostam. Por trás de justificativas econômicas e sociais, também está uma mudança de concepção sobre quanto, afinal, vale o trabalho, nos moldes conhecidos atualmente.

“O objetivo é dar escolhas para as pessoas, sobre como elas vão trabalhar. Se elas querem trabalhar em tempo integral, em meio período, ou mudar para um trabalho que faça, de fato, sentido para elas”, explica Nicole Teke, coordenadora internacional do Movimento Francês por uma Renda de Base (MFRB). ”O mais difícil é mudar a mentalidade das pessoas sobre esse assunto, fazer com que elas percebam que o trabalho pode ter um outro valor. É mais uma questão de mentalidade do que de economia.” 

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Homem é multado por ‘dirigir’ Monza 96 a 386 km/h em Salvador; entidade pede investigação

por Bruno Luiz

Homem é multado por ‘dirigir’ Monza 96 a 386 km/h em Salvador; entidade pede investigação
Veículo usado homem é de modelo semelhante a este | Foto: Mercado Livre
Apesar de parecer impossível, um homem foi multado em Salvador pela Transalvador após ser flagrado por radares supostamente dirigindo um veículo Monza ano 1996 – sua velocidade máxima é 180 km/h - a uma velocidade média de 386 km/h, na Avenida Paralela, violando o limite de 80 km/h estabelecido para o local. O caso de Regivalter Alves de Brito despertou a indignação da Associação Baiana de Proteção aos Proprietários e Condutores de Veículo Automotor (ABCV), que protocolou nesta terça-feira (21) um requerimento junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitando abertura de inquérito para apurar possíveis irregularidades na aplicação de multas por meio de radares na capital baiana. De acordo com o presidente da entidade, Clezer Costa, “não há como esse veículo transitar a esta velocidade na Avenida Paralela às 6h55 da manhã”. Ainda segundo Costa, os aparelhos fiscalizadores de velocidade instalados em Salvador não são confiáveis. No requerimento, a ABCV pede, ainda, a investigação das empresa responsáveis pela operação e manutenção dos radares de trânsito na capital. 

Regivalter foi multado pela Transalvador por 'dirigir' acima da velocidade permitida

BAHIA NOTÍCIAS

FLAGRADA NO BAFÔMETRO: Mulher que matou 2 em ciclofaixa deixa cadeia após pagar R$ 15 mil

Mulher deixa 89º DP acompanhado por advogados na tarde desta terça-feira (20) (Foto: Will Soares/G1)Mulher deixa 89º DP acompanhado por advogados na tarde desta terça-feira (20) (Foto: Will Soares/G1)
A motorista Juliana Cristina da Silva, de 28 anos, presa no domingo (18) depois de atropelar e provocar a morte de dois homens que pintavam uma ciclofaixa na Zona Norte de São Paulo, foi liberada do 89º Distrito Policial, onde passou a noite, após pagar fiança de cerca de R$ 15 mil na tarde desta terça-feira (20). Ela vai responder ao processo em liberdade.
Na saída da delegacia, ela não quis conversar com os jornalistas. Segundo informações do SPTV, o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou às 11h50 que recebeu o pagamento da fiança, estipulada em 20 salários mínimos. O TJ enviou um aviso do pagamento e um alvará de soltura para o 89º DP para que Juliana fosse liberada.
Ela terá de entregar a carteira de habilitação e deverá comparecer ao Fórum da Barra Funda a cada dois meses. Juliana recebeu por volta das 10h45 a visita de uma advogada. A defensora, que não quis falar com a imprensa, ainda não estava com o alvará de soltura em mãos para liberá-la.
De acordo com policias do 89º DP, a visita aconteceu apenas para que a advogada tranquilizasse sua cliente. A defensora informou à motorista que as pendências para sua soltura estavam sendo resolvidas, como o pagamento da fiança.
A decisão que permitirá à motorista responder o processo em liberdade foi do  juiz Paulo de Abreu Lorenzino, do Departamento de Inquéritos Policiais. Ela determina, além da fiança, que a motorista entregará a carteira de habilitação e deverá comunicar à Justiça caso fique ausente da cidade por mais de 30 dias.
O SPTV conversou com os parentes de Juliana. Eles não quiseram gravar entrevista e disseram que a mãe dela chora o tempo todo. Para eles, o acidente foi uma fatalidade.
Embriaguez
O acidente aconteceu na madrugada de domingo (18). José Airton e Raimuno Barbosa pintavam uma ciclofaixa em Santana, na Zona Norte, quando foram atropelados.
José morreu na hora, e Raimundo chegou a ser socorrido à Santa Casa, mas também não resistiu aos ferimentos. A motorista fugiu do local, mas foi parada por testemunhas depois de percorrer cerca de 3 km. A Polícia Militar foi acionada, e ela acabou levada ao 73º DP.
Os atropelamentos aconteceram por volta de 1h30, na Avenida Luiz Dumont Villares. Duas faixas foram interditadas até por volta das 4h30, quando houve a liberação por parte da perícia.
Na ocasião do acidente, Juliana foi submetida ao exame de etilometria pela polícia e apresentou resultado de 0,85 miligrama por litro de ar – quase três vezes o limite para se configurar o crime de embriaguez ao volante, que é de 0,34 mg/l.
José Airton de Andrade e Raimundo Barbosa dos Santos morreram após serem atropelados quando pintavam a ciclovia (Foto: TV Globo/Reprodução)José Airton de Andrade e Raimundo Barbosa dos Santos morreram após serem atropelados quando pintavam a ciclovia (Foto: TV Globo/Reprodução)
Nesta segunda-feira, a Justiça chegou a decretar a prisão preventiva da motorista, mas ainda aguardava a audiência de custódia para determinação de onde ela aguardaria o julgamento.
Segundo a Globonews, Juliana perguntou a um carcereiro se o caso tinha dado muita repercussão e se continuaria presa. Diante das respostas afirmativas, começou a chorar.
Crimes
Juliana foi autuada em flagrante por homicídio culposo, lesão corporal e fuga sem prestar socorro. Após a confirmação da morte da segunda vítima, houve a comunicação de óbito e um novo boletim de ocorrência foi registrado.
Caio Gois trabalha em um bar em frente ao local do atropelamento e viu tudo o que aconteceu. "Foi bem complicado, foi uma cena bem chocante. Foi assustador na realidade, né?", disse.
Sila Cavalcante de Souza, viúva de Raimundo Barbosa dos Santos (Foto: TV Globo/Reprodução)Sila Cavalcante de Souza, viúva de Raimundo
Barbosa dos Santos (Foto: TV Globo/Reprodução)
Os dois operários eram funcionários de uma empresa terceirizada que prestava serviços para a CET. Ambos eram do Piauí.
Vítimas
Raimundo Barbosa dos Santos, de 38 anos, chegou a São Paulo há 19 anos em busca de uma vida melhor. Ele vivia na Brasilândia, na Zona Norte, com a mulher e quatro filhos.
"Tudo de um pai bom, maravilhoso, ele é. E foi acontecer essa tragédia hoje de madrugada, com essa bêbada. Acabou com a minha vida e com os meus filhos", disse a viúva de Raimundo, Sila Cavalcante de Souza.
José Airton morava em Francisco Morato, na Grande São Paulo, e tinha dois filhos. Um vizinho do operário mostrou indignação com a morte. "Eu quero que esta pessoa seja punida no rigor da lei para isso não voltar a acontecer com outros pais de famílias", disse Carlos Eduardo Cajaraville.
Parentes de vítimas vão ao DP
Um familiar do operário Raimundo Barbosa dos Santos compareceu na manhã desta terça-feira ao 89º Distrito Policial, no Morumbi, onde a motorista Juliana Cristina da Silva está detida. O pedreiro Manoel Ferreira da Silva, de 42 anos, é primo de Raimundo e, como mora na favela Paraisópolis, próximo ao DP, resolveu passar na delegacia para saber o horário em que a motorista seria solta. "Eu vim só para ver o rosto dela. A justiça quem dá é Deus. Se eu pudesse, queria saber dela, se ela fosse mãe de família, se acharia bom alguém matar o filho dela", afirmou.
O pedreiro Manoel Ferreira da Silva, de 42 anos, é primo de Raimundo (Foto: William Soares/G1)O pedreiro Manoel Ferreira da Silva, de 42 anos, é primo de Raimundo (Foto: William Soares/G1)
Manoel conta que, até a noite desta segunda-feira, estava trabalhando em uma obra no interior de São Paulo. Sem acesso a televisão ou internet por lá, só ficou sabendo do caso na manhã desta terça, quando voltou para casa e ligou a TV. Assim que viu a notícia, ligou para Piripiri, no Piauí, sua cidade natal, e confirmou o ocorrido.
O pedreiro opina que a decisão da Justiça de conceder a Juliana o direito de responder pelos crimes em liberdade é um erro. Para ele, a motorista "tinha que pagar na cadeia direto". "Vi no jornal que ela vai pagar 20 salários mínimos. É uma injustiça muito grande. Não pode ser um negócio desses, porque a vida do meu primo não volta mais. Esses 15 mil reais vão pra quê? Não resolve nada", completou.

Acompanhada de um dos quatro filhos e também da cunhada, a dona de casa Silia Cristiane Cavalcante, viúva do operário Raimundo Barbosa, também compareceu ao 89º DP para acompanhar a saída de Juliana da carceiragem.
Viúva de Raimundo esteve em delegacia na manhã desta terça-feira (Foto: Will Soares/G1)Viúva de Raimundo também esteve em delegacia na manhã desta terça-feira (Foto: Will Soares/G1)
Silia afirma que resolveu ir até o local para protestar contra a decisão da Justiça de liberar a motorista para responder o processo em liberdade. Segundo a viúva, até agora, ninguém da família de Juliana entrou em contato para oferecer algum tipo de ajuda. "Nem pra deixar um pacote de fraldas, uma caixa de leite, nada. Nem pra dizer: 'quer um real?'".
A dona de casa conta que, se a ajuda não veio por parte do lado de Juliana, a empresa onde o marido trabalhava já havia 19 anos não virou as costas à família e vem prestando apoio. Ela também aproveitou para agradecer aos estranhos, que aparecem aos montes oferecendo ajuda. "Muitos tão me vendo na TV e me ligando, me procurando para doar mantimentos, cesta básica", disse emocionada.
A viúva disse que pretende voltar ao Piauí com os quatro filhos "assim que a justiça for feita".
O operário José Airton também deixou filhos. No caso dele, foram seis. A primogênita, Nayane Cristina, de 31 anos, foi outra a aparecer na delegacia, indignada com a liberdade concedida à motorista Juliana.
Nayane, que também é dona de casa, se refere ao pai como "herói" e conta com tristeza sobre a infeliz coincidência que marcou o dia do acidente: "Fiz aniversário no dia da morte dele".
De acordo com ela, o baque foi grande. "A gente quer ver o pai morrer de velhice, de forma natural, não do jeito que ele morreu. Não do estado que ele ficou, com uma pancada tão forte por causa de uma imprudente dessa que bebe e sai por aí", completou.
Motorista que matou 2 em ciclofaixa bebeu acima do limite permitido (Foto: Reprodução/ TV Globo)Motorista que matou 2 em ciclofaixa bebeu acima do limite permitido (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Juliana Cristina da Silva deixa o 89º D.P. para audiência de custódia no Fórum da Barra Funda (Foto: Luiz Cláudio Barbosa/Código 161/Estadão Conteúdo)Juliana Cristina da Silva deixa o 89º D.P. para audiência de custódia no Fórum da Barra Funda (Foto: Luiz Cláudio Barbosa/Código 161/Estadão Conteúdo)

Percepção de empresários sobre estoques melhora em outubro


Mesmo com a melhora nos índices, Fábio Pina, assessor econômico da FecomércioSP, afirma que é difícil imaginar quando o consumidor vai recuperar a confiança
A percepção dos empresários da região metropolitana de São Paulo em relação aos estoques teve uma leve melhora em outubro, mostra pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Índice de Estoques (IE), calculado pela entidade, atingiu 91,9 pontos, alta de 1% ante o resultado de setembro (91 pontos) e recuo de 16,1% em relação a outubro do ano passado (109,5 pontos). O movimento foi puxado pelo aumento do porcentual de comerciantes que consideram o volume de mercadorias estocadas como adequado, de 45,3% em setembro para 45,8% em outubro.

Por sua vez, 37,8% dos empresários ouvidos pela FecomercioSP consideraram seus estoques acima do adequado. Em setembro, essa percepção abrangia 38,7% dos entrevistados. Para Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, o dado é reflexo de um ajuste comum nesta época do ano. "Apesar de o Natal provavelmente ser pior do que o do ano passado, o momento é propício para adequação dos estoques", diz.
Apesar da alta, Pina recomenda cautela em relação à análise do IE de outubro, uma vez que o dado representa o segundo pior resultado da série histórica, iniciada em 2011. "É claro que precisamos de mais evidências, mas o dado de outubro talvez marque um ponto de fundo de poço. Ainda assim, é difícil imaginar quando o consumidor vai recuperar sua confiança", afirma. "Não esperamos uma recuperação do consumo e do emprego este ano e, muito provavelmente, nem na primeira metade de 2016."
A pesquisa também mostra um leve aumento do porcentual de empresários com estoque abaixo do adequado, de 14,8% em agosto, 15,6% em setembro e 16% em outubro. "Essa oscilação ocorre por causa da redução de sortimento de produtos, especialmente nos setores de supermercados e vestuário", afirma Pina.
EMPREGO
O comércio varejista paulista apresentou pela primeira vez em oito meses saldo positivo na geração de empregos. Em agosto, foram admitidos 79.054 empregados e desligados 74.699, registrando um saldo positivo de 4.355 vagas. Com isso, a ocupação formal no setor atingiu 2.137.590 empregados, crescimento de 0,2% na comparação com o mês imediatamente anterior.
Porém, os dados compilados pela entidade mostram que, no acumulado do ano, foram suprimidas 52.880 vagas no varejo paulista, com 696.423 admissões contra 749.303 desligamentos.
Para a assessoria econômica da entidade, o saldo positivo em agosto representa apenas um efeito sazonal, uma vez que o oitavo mês do ano costuma responder pelo segundo maior saldo de empregados do ano, atrás apenas de novembro.
"Em relação ao mesmo período dos anos anteriores, o desempenho do mercado de trabalho em 2015 segue em ritmo de arrefecimento e as expectativas apontam retração na formação do emprego com carteira assinada no varejo paulista no segundo semestre deste ano, e com a possibilidade de estender até o início de 2016", informa a nota da FecomercioSP.
Em agosto de 2014, a ocupação formal havia avançado 0,79% em relação ao mês julho. Na comparação com agosto deste ano, no entanto, a baixa foi de 1,29%. Nessa base comparativa, apenas os setores de Farmácias e Perfumarias e o de Supermercados apresentaram aumento no total de pessoas empregadas, com variação de 3,1% e 1,4%, respectivamente.
Em igual comparação, os outros sete setores apresentaram retração, com destaque para a queda de 7% em Concessionárias de veículos.
SÃO PAULO
A tendência de geração de postos de trabalho também foi observada no varejo da cidade de São Paulo. Em agosto, foram admitidos 24.546 empregados e desligados 23.428, o que resultou em um saldo positivo de 1.118 vagas.
Segundo a FecomercioSP, a ocupação formal atingiu 667.192 empregados na cidade de São Paulo em agosto, elevação de 0,2% em relação ao mês anterior.
No acumulado de 2015, o saldo negativo atingiu 13.076 vagas no comércio varejista da cidade. Na comparação com agosto de 2014, a baixa foi de 1,4%.
Imagem: ThinkStock 

* Atualizada às 15h50
POR ESTADÃO CONTEÚDO

Funcionários da Ford fazem protesto contra demissões em Camaçari

Eles caminharam até a Cidade do Saber para encontrar o governador Rui Costa e o presidente e vice-presidente da Ford Brasil e Mercosul, Steven Armstrong e Rogélio Golfarb
Centenas de trabalhadores do Complexo Industrial Ford Nordeste pararam as atividades na manhã desta terça-feira (20) para protestar contra supostas demissões em massa na companhia. O grupo saiu da sede da empresa, que fica no bairro Copec, em Camaçari, por volta das 7h30, acompanhados de carro de som e representantes do Sindicato dos dos Metalúrgicos de Camaçari.
Foto: Leitor via WhatsApp
Eles caminharam até Rua do Telégrafo, no Centro, onde fica a Cidade do Saber – local escolhido para lançar um programa de capacitação para estudantes da rede pública com as presenças do governador Rui Costa e o presidente e vice-presidente da Ford Brasil e Mercosul, Steven Armstrong e Rogélio Golfarb.
Segundo o presidente do sindicato, Julio Bonfim, o objetivo do protesto é encontrar com os chefes da Ford e o governador para apresentar as reivindicações e garantir que nenhum funcionário seja dispensado.
“Houve um anúncio de que 692 funcionários serão demitidos. Sendo que 500 são da fábrica da Ford e 192 das autopeças. Além disso, há 700 trabalhadores que prestam serviço terceirizado pela empresa DHL e serão dispensados com o fim do contrato”, disse o sindicalista.
Ainda de acordo com Bonfim, o contrato com a empresa acaba no dia 6 de novembro e sindicato quer que esses trabalhadores sejam contratados pela Ford. “Já reunimos fichas de inscrição de todos esses trabalhadores, mas, até agora, eles não deram nenhum posicionamento. Estão jogando para novembro, mas queremos saber antes disso. São centenas de pais de família”, explicou. Por conta do evento na Cidade do Saber, a Ford informou que irá se pronunciar via nota.
*Correio da Bahia
Se Liga Camaçari

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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