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GIRO REGIONAL

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UM GIRO NO NORDESTE

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Jogador de beisebol destrói tela gigante em programa de TV nos EUA

Do G1, em São Paulo
O jogador de beisebol Alex Rodriguez, do New York Yankees, teve uma estreia desastrosa na emissora de TV Fox. Contratado para analisar a fase final da liga americana de beisebol, Rodriguez fez uma aparição em um programa de futebol americano e acabou destruindo uma tela gigante ao tentar um lançamento com a bola oval. Assista.
Alex Rodriguez tentou lance à la quarterback, mas acabou acerta tela (Foto: Reprodução/YouTube/WorldStarHipHop)Alex Rodriguez tentou lance à la quarterback, mas acabou acertando tela (Foto: Reprodução/YouTube/WorldStarHipHop)
Após pedido dos participantes do programa, Rodriguez tentou um lançamento à la quarterback para Jay Glazer, mas o arremesso saiu um pouco mais alto e atingiu a tela gigante atrás de Glazer. Os demais comentaristas caíram na gargalhada após o lance bizarro. Definitivamente, a bola oval não é a praia do jogador do Yankees.
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Rodriguez tentou um lançamento à la quarterback para Jay Glazer, mas o arremesso saiu um pouco mais alto e atingiu a tela (Foto: Reprodução/YouTube/WorldStarHipHop)Rodriguez tentou um lançamento à la quarterback para Jay Glazer, mas o arremesso saiu um pouco mais alto e atingiu a tela (Foto: Reprodução/YouTube/WorldStarHipHop)

Nove mortos: Draco passa a acompanhar investigações sobre mortes de suspeitos em Santo Sé (BA)

Ministério Público aguardará a conclusão do inquérito policial para se manifestar sobre o caso

Foto: Reprodução/WhatsApp
Foto: Reprodução/WhatsApp
Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br
O Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) vai acompanhar as investigações da operação, deflagrada no último sábado (17), pela Policia Militar (PM), que resultou na morte de nove suspeitos de participar de quadrilha de assalto a banco na região.

Varela Notícias – Conectado aos Baianos

Vaza lista de 1500 demissões de fábrica da Ford em Camaçari e trabalhadores protestam

Presidente do Sindicato afirmou que funcionários não aceitarão demissões

Reprodução / Record Bahia
Reprodução / Record Bahia
Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br
Uma suposta lista de 1500 trabalhadores da fábrica da Ford, em Camaçari, foi vazada para o sindicato da categoria e uma manifestação foi feita na manhã desta terça-feira (20). O protesto começou por volta das 7h15 e teve aderência de centenas de operários da fábrica. De acordo com as primeiras informações, a intenção é chegar à Cidade do Saber, onde o governador Rui Costa estará para um evento que envolverá a própria Ford.
Vale lembrar que neste ano a Ford já anunciou férias coletivas e suspendeu a produção de veículos para equilibrar venda e montagem de carros.
Em entrevista à Record, Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, falou sobre a manifestação: “Estamos fazendo um ato de prevenção contra as demissões. A Ford quer a demissão de mais de 600 trabalhadores, sendo que 192 são trabalhadores da auto-peças, além de pessoal de logística que são mais de 700 trabalhadores. Por isso o sindicato de metalúrgicos de Camaçari não iriam aceitar isso, faremos um grande ato de assembleia mostrando que aqui tem dois turnos de trabalho, somando quase 5 mil trabalhadores, e seguiremos direto para o centro de Camaçari. Mostraremos ao governador Rui Costa que não aceitamos que aqui seja feito o mesmo que foi feito no sul e no sudeste”.
“Entendemos que o país passa por crise, mas por que a montadora não reduz o preço dos veículos? Pelo contrário, ela só faz aumentar o preço dos carros. Isso não tem cabimento. Não tem lógica você querer demitir se está produzindo a mesma coisa que produzia”, acrescentou.

Varela Notícias – Conectado aos Baianos

353 confecções fecharam as portas até setembro em São Paulo


Na rua Maria Joaquina (foto), no Brás, placas de 'aluga-se' e lojas vazias revelam a crise enfrentada pelos fabricantes de roupas
O que as fábricas da Vale, em Corumbá, da Petrobrás, em Caraguatatuba e da Honda, em Sumaré, têm a ver com as confecções do Brás, bairro da região centro-leste de São Paulo?
À primeira vista, a resposta seria negativa. Sucede que as demissões ocorridas nessas companhias atingiram em cheio algumas das mais tradicionais confecções do Brás, como a Rikwil, especializada em moda jovem.
As dispensas afastaram a clientela das lojas nestas três cidades, que, por sua vez, cortaram as compras das confecções.
Com 25 anos no mercado, a situação da Rikwill é emblemática do que ocorre com as cerca de 5.000 confecções do Brás, nas quais lojistas de todo o país se abastecem..
“As demissões estão provocando um forte efeito em nosso setor”, afirma Richard Narchi, sócio-proprietário da Rikwil.
E não é somente a crise que faz isso. Em Ubatuba, segundo Narchi, os lojistas afirmam que o que têm tirado os clientes das lojas são os altos reajustes do IPTU e da energia elétrica.
Quando orçamento doméstico dos moradores de Ubatuba aperta, os clientes desaparecem e os lojistas abandonam o Brás. É o chamado efeito dominó.
Outubro, tradicionalmente, é um dos meses mais aquecidos para as confecções em geral. É a época em que os comerciantes de todo o país vão atrás de artigos de verão para abastecer as lojas para o final do ano. Mas o que se observa hoje são lojas vazias e abarrotadas de mercadorias.
O semblante preocupado dos vendedores e as placas de ‘aluga-se’ espalhadas pelas ruas do bairro atestam o clima recessivo.
Em apenas um trecho da rua Maria Joaquina, uma das mais tradicionais da região, o Diário do Comércio contou dez placas de ‘aluga-se”, na sexta-feira passada (16/10).
Na Clarevidência Jeans Wear, confecção que opera há sete anos, os funcionários estimam queda de até 70% nas vendas neste ano em comparação com o ano passado.
“Nesta época, as vendas costumavam bombar. Neste ano, o lojista está vindo aqui só para repor o pouco que vendeu”, afirma Caio Jr., gerente da loja.
Os comerciantes, diz ele, voltaram a correr atrás de preço, uma situação que não se via nos últimos anos, quando a qualidade das peças era o mais importante para o cliente.
Clientes do Rio, de Minas e do Sul do Brasil, que costumavam frequentar a loja a cada 15 dias, diz Caio Jr., agora aparecem a cada dois meses. O que a confecção mais vende hoje são peças de R$ 30.
Com 46 anos, a Dinho`s Jeans, informa que o lojista mudou os hábitos de compra.
“Se ele costumava comprar 1.000 peças para o Natal, agora compra 200. Se comprava dez modelos, agora compra três, e só trabalha com reposição”, afirma Fauze Yunes, sócio-proprietário da confecção.
Essa é a situação vivida por boa parte das confecções do Brás visitadas pela reportagem do DC.
FALTA DE CONFIANÇA
A insegurança em relação ao desempenho da economia e da política brasileira é o principal motivo da retração do setor de confecção.
“O mercado está parado. O lojista não está comprando. Ou a empresa tem capital de giro para suportar este momento ou, simplesmente, fecha as portas”, diz Ronald Masijah, presidente do Sindivestuário, e sócio-diretor da Darling, uma das mais tradicionais marcas de lingerie do país.
De janeiro até setembro, segundo levantamento do sindicato, 1.732 confecções fecharam as portas no país, das quais 353 baseadas em São Paulo, causando 11.600 demissões em São Paulo e 38.700 dispensas no Brasil.
O Sindivestuário estima que, até o final do ano, cerca de 24 mil pessoas devem perder o emprego no setor em São Paulo. 
No levantamento anterior do sindicato, até abril passado, eram 150 empresas. Desde então, portanto, mais 203 confecções paulistas entraram para a lista de empresas que sucumbiram com a crise.
Em vez de comprar novas mercadorias, os lojistas, estão tentando desovar estoques antigos.
As que estão em pior situação financeira, segundo afirma Masijah, são as que produzem roupas de moda. As empresas mais focadas em peças básicas, como as fabricantes de lingeries, ainda têm a chance de guardar as mercadorias para vender em 2016.
LOJA VAZIA NO BRÁS: REGIÃO TRADICIONAL DE ATACADISTAS FOI VITIMADA PELA RECESSÃO
“As lojas estão às moscas em pleno final de ano. Os vendedores estão encostados no balcão”, diz o presidente do Sindivestuário.
De fato, na última sexta-feira (16/10), os balconistas mais treinados estavam postados junto à calçada, tentando convencer potenciais clientes a ver peças em promoção.
ACOMODAÇÃO IMOBILIÁRIA
Além da crise, o que tem feito muitas confecções fechar as portas, de acordo com os empresários, é o alto preço dos aluguéis.
O que está havendo nas regiões de comércio de São Paulo, dizem eles, é “uma acomodação do mercado imobiliário”. Isso significa a troca de pontos com locações mais caras por mais baratas.
Essa seria também uma razão, além da crise, da proliferação de placas de ‘aluga-se’ por toda a cidade.
Na rua Maria Joaquina, por exemplo, era comum, até pouco tempo atrás, um comerciante ter de pagar luva para estabelecer um ponto comercial.
Com a crise, a luva não só deixou de existir como, no início do ano, 28 pontos comerciais estavam fechados por falta de clientes.
“Uma parte dos imóveis voltou a ser ocupada recentemente, mas com preços bem mais baixos de locação”, afirma Jean Makdissi Jr., conselheiro da Alobrás, associação que reúne os confeccionistas e lojistas do bairro.
Essa troca de pontos comerciais criou oportunidade para alguns confeccionistas.
EDSON PAULINO: "BRASIL VIVE UMA CRISE POLÍTICA"
A Rush, confecção especializada na linha surf, acaba de abrir as portas na rua Maria Joaquina, local que sempre cobiçou.
“Não dá para baixar a cabeça. Nós acreditamos no país. A crise que o Brasil vive é política”, afirma o gerente Edson Paulino.
No dia da inauguração, na última quarta-feira (14/10), a empresa conseguiu vender cerca de R$ 2.500. Isso foi possível, diz Paulino, porque a confecção chamou clientes de outra loja que possuí pertinho dali, a Litoral Surf.
“Estamos ligando e mandando mensagem para os clientes o tempo todo”, diz.
Uma das confecções mais tradicionais do Bom Retiro, a Controvento, especializada em roupas clássicas femininas, tem utilizado fortemente o WhatsApp para atrair a clientela.
“O WhatsApp se tornou uma importante ferramenta de vendas”, afirma Stéfanos Anastassiadis, diretor comercial da confecção.
Os pedidos que os lojistas faziam nesta época do ano para vendas para o Natal, diz ele, estão sendo postergados. “Eles estão aguardando uma mudança na economia.”
A esperança dos donos de confecções é que, com o dólar na casa dos R$ 4, a importação de produtos da China diminua e os lojistas voltem a comprar das confecções nacionais.
Por enquanto, isso ainda não foi sentido no polo de confecção do Brás.
POR FÁTIMA FERNANDES

Chineses usam peixe enorme para preparar sopa de 3 toneladas

Do G1, em São Paulo
Chineses usaram um peixe enorme para preparar uma sopa durante um festival gastronômico em Zhengzhou, na província de Henan, na China.
O peixe de quase 80 quilos foi içado com um guindaste para ser colocado na panela de 3,15 metros de diâmetro e 70 centímetros de profundidade. 
Foram preparadas quase 3 toneladas de sopa.
Chineses usaram um peixe enorme para preparar uma sopa (Foto: Reuters)Chineses usaram um peixe enorme para preparar uma sopa (Foto: Reuters)

SERGIPE: Jackson se irrita com presidente da Codevasf por atender agenda de Amorim



O governador  Jackson Barreto (PMDB) ficou irritado com o presidente da Codevasf, Felipe Mendes, que esteve nos últimos dias em Sergipe, na região ribeirinha, atendendo ao convite do senador Eduardo Amorim (PSC).

Jackson telefonou para Felipe e, sem meias palavras, disse não entender como um membro do governo Dilma Rousseff (PT) atende ao convite de senador da oposição e, "como se não bastasse, não dá sequer um telefonema para o governador, que é aliado da presidente".

O governador disse a aliados que manifestaria ao vice-presidente da Repúblcia, Michel Temer, sua indignação.

ONU analisa pedido de descriminalização das drogas em todo o mundo

ONU analisa pedido de descriminalização das drogas em todo o mundo
Documento foi divulgado pelo empresário Richard Branson | Foto: Virgin.com
O fundador do Grupo Virgin, Richard Branson, divulgou nesta segunda-feira (19) que a Organização das Nações Unidas (ONU) pedirá aos governos de todo o mundo pela descriminalização do consumo e porte de todas as drogas. O bilionário é membro da Comissão Global para a Política sobre Drogas. No entanto, a entidade logo afirmou que a medida ainda está em estudo. Segundo o jornal O Globo, o porta-voz do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) defendeu que o documento vazado pelo empresário não é oficial e ainda será analisado por especialistas na área. "O documento (...), que destina-se à divulgação e à discussão do tema em uma conferência em Kuala Lumpur, não é nem um documento final, nem formal do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, e não pode ser entendido como uma política do UNODC", afirma nota oficial. Ainda assim, o Escritório ressaltou que "continua comprometido com a abordagem equilibrada que, em particular, promove alternativas ao encarceramento, de acordo com os padrões internacionais de direitos humanos". De acordo com informações obtidas pela BBC, o relatório foi elaborado pela diretora da seção de HIV/Aids do UNODC em Viena, Monica Beg, que ofereceu um ponto de vista profissional sobre o assunto.

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Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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