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GIRO REGIONAL

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UM GIRO NO NORDESTE

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ATUALIZADA: Carga de eletroeletrônicos roubada em Alagoinhas é recuperada pela polícia em Tucano


Fotos- Gleidson Souza
Fotos- Gleidson Souza
Uma carga de eletroeletrônicos e equipamentos de informática, avaliada em R$ 1 milhão, foi recuperada na segunda-feira (15), no povoado de Jorrinho, em Tucano, por investigadores da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias (Dercarga), com  o apoio da Polícia Militar do 1º-Pelotão do distrito de Caldas do Jorro. O material estava em poder de Adelvan Oliveira Cunha, 33 anos, Breno Leonardo Rocha e Silva, 35, Adriano da Silva, 27, Marcelo Balbino da Silva, 29, e Jéferson Aquino de Oliveira, 36, além de um adolescente de 17 anos que acompanhava os bandidos.
O titular da Decarga, delegado Jean Silva Souza, informou que os criminosos estavam numa pousada em Jorrinho, aguardando um receptador (que não teve a identidade revelada por eles) para a carga roubada. Acrescentou ainda que o bando, investigado por outros cinco roubos de cargas, agia nos estados de Sergipe, Pernambuco, Alagoas e Bahia.
“Os criminosos são de diferentes estados: Edelvan, líder do bando, e Adriano são de Pernambuco, Breno e Jéferson moram em São Paulo, Marcelo é natural de Alagoas e o adolescente vive em Sergipe”, ressaltou, observando que um automóvel Peugeot, de cor vermelha, placa DIN-7294, e um revólver calibre 38 (este com Edelvan) também foram apreendidos.
Foto-Gil Santos Notícias
Foto-Gil Santos Notícias
MONITORAMENTO – Os investigadores chegaram a quadrilha depois de cientificados pela empresa de monitoramento que o caminhão –  contendo uma carga de notebooks, impressoras, aparelhos de som e televisores de LCD, das marcas Sony e HP – roubado na madrugada de domingo (14), em Alagoinhas, estava em Tucano.
Segundo o delegado, a quadrilha possuía equipamentos para bloquear o sinal de monitoramento de caminhões, mas um defeito técnico ajudou a localizar o bando. “Um dos bloqueadores falhou e a empresa comunicou à polícia onde se encontrava o veículo”, explicou, garantindo que os ladrões costumavam atacar motoristas de caminhão que transportavam cargas durante o horário de descanso, nos postos de combustíveis onde faziam as paradas. Eles levavam o veículo para um local ermo, descarregando-o, enquanto o motorista era mantido amarrado e amordaçado num cativeiro, só sendo liberado quando a carga já estivesse longe.
Os assaltantes foram autuados por formação de quadrilha e roubo e encaminhados ao Presídio Regional de Feira de Santana. Eldevan também vai responder por porte ilegal de arma. O adolescente apreendido foi encaminhado ao Ministério Público.

As informações são da Polícia Civil de Feira de Santana

Itapicuru-BA: Padrasto é condenado por abusos sexuais contra enteada menor


 
A Justiça de Itapicuru-BA, por meio do Dr. José Brandão, Juiz de Direito,aceitou a acusação do Ministério Público e condenou um indivíduo, um padrasto, por cometer abusos sexuais contra sua enteada, a pena de 10 anos e seis meses de reclusão. 

Ele foi enquadrado no art 217-A, c/c 226, e art.71 do Código Penal Brasileiro, pela pratica de fato delituoso connhecido como "estupro de vulnerável", que é o crime de quem pratica abusos sexuais contra menores de 14 anos.  

Alegou, o Ministério Público, por meio do promotor Marcos José Passos, que o réu, vinha cometendo crime de estupro de vlnerável contra sua enteada, menor com 13 anos de idade, desde quando a vítima possuía 11 anos de idade. 

A mãe da menor, depois da descoberta, ficou do lado do infrator, e a adolescente passoua conviver com a tia. Ouvida na Justiça, a menor disse que não quer mais saber da mãe. 

Ficou provado que o réu tinha o costume de beijar e bulinar a menor, mas não houve conjunção carnal e a menor, felizmente, manteve-se ainda virgem. Ocaso veio à tona só depois que um vizinho viu o acusado pegando a menor por traz, beijando-a e acariciando-a. 

O Acusado foi preso em 17/01/13 e deve cumprir o resto da pena no presídio de Serrinha-BA. 

O caso ainda cabe recurso.


Fonte: justiçaatuante

Itapicuru:Menores assaltantes e perigosos procuravam por Delegado.Fato reacende discussão sobre maioridade penal.


Esta semana, em Itapicuru_BA, a 225km de Salvador-BA, a PM efetuou apreensão 02 menores de com 14 anos. Com eles, foi encontrado um revólver calibre 32, com cinco cartuchos sendo um picotado e a quantia de R$ 470,00. A polícia os abordou porque eram suspeitos de terem assaltado um motociclista, à mão armada, na cidade de Rio Real-BA e, no mesmo dia, venderam  a moto em Itapicuru-BA.
Ambos são suspeitos de vários assaltos na região. Um dos menores é suspeito de estupro em Rio Real-BA.
Um policial,que não quis se identificar, informou que um dos menores estariam querendo saber o local em que reside um Delegado de Polícia da região, provavelmente, planejando uma represália.

ENCAMINHADOS AO FÓRUM, O PROMOTOR MARCOS JOSÉ PASSOS PEDIU E O JUIZ JOSÉ BRANDÃO DECRETOU A INTERNAÇÃO PROVISÓRIA DOS MENORES, POR 45 DIAS, DIANTE DAS GRAVES ACUSAÇÕES.

MAIORIDADE PENAL

O JUIZ BRANDÃO INFORMOU QUE, DIANTE DE FATOS COMO ESTE, O CONGRESSO NAICONAL NÃO DEVE PERDER A CHANCE DE ALTERAR O ECA-ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, OU REDUZIR A MAIORIDADE PENAL.

"O NOSSO CÓDIGO PENAL É DE 1940 E LIMITOU  MAIORIDADE A PARTIR DOS 18 ANOS, AINDA QUE, FORMALMENTE, SEJA INTERESSANTE MUDAR O ECA E NÃO O ART. 228 DA CF/88, QUE TAMBÉM PREVÊ A MAIORIDADE PENAL A PARTIR DOS 18 ANOS DE IDADE, SOCIALMENTE, A REPERCUSSÃO DA REDUÇÃO DA MAIORIDADE TERIA MAIS EFICÁCIA DE QUE ALTERAÇÕES NO ECA", PONTUOU O JUIZ.

NOSSA REPORTAGEM SOUBE DE OUTRO CASO RECENTE EM QUE OUTROS MENORES EXECUTARAM UM IDOSO E ENROLARAM 45 KG DE PEDRA NO PESCOÇO DA VÍTIMA PARA ESTA AFUNDAR NUM POÇO: "OS ADOLESCENTES, QUE PARTICIPARAM DO ATO, PEGARAM A MEDIDA SOCIOEDUCATIVA NO PRAZO MÁXIMA, 3 ANOS, (PASMEM!), MAS FOORAM LIBERADOS PORQUE O PRAZO DE 45 DIAS DE INTERNAÇÃO PROVISÓRIA VENCEU. ELES RECEBERAM A MEDIDA SOCIEDUCATIVA NO PRAZO MÁXIMO (3 ANOS), MAS ESTÃO FORAGIDOS E NUNCA MAIS FORAM ENCONTRADOS", DISSE O JUIZ.

"O DETALHE É QUE, SEGUNDO INTREPRETAÇÃO DOS TRIBUNAIS SUPERIORES, A PRESCRIÇÃO PARA ATOS INFRACIONAIS COMETIDOS POR MENORES DE 18 ANOS SE CONSUMA EM 4 ANOS, OU SEJA, SE O ESTADO NÃO LOCALIZAR OS REFERIDOS ADOLESCENTES FORAGIDOS EM 4 ANOS, HAVERÁ A PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO DA MEDIDA SOCIOEDUCATIVA E ELES ESTARÃO LIVRES DA PERSECUSSÃO ESTATAL.

POR OUTRO LADO, O CÓDIGO CIVIL REDUZIU SUA MAIORIDADE DE 21 ANOS (CÓDIGO DE 1916), PARA 18 ANOS SEGUNDO O NOVO CÓDIGO CIVIL DE 2002. ISTO SIGNIFICA DIZER QUE A LEGISLASÇÃO CIVIL SE ATUALIZOU À NOVA RELIDADE. O CÓDIGO PENAL PRECISA TAMBÉM SE ADEQUAR À REALIDADE.

O CÓDIGO PENAL NÃO PODE TER MAIORIDADE IGUAL À DO DIREIRO CIVIL, PORQUE O FATO CRIMINOSO É MUITO MAIS COMPREENSÍVEL E INTELIGÍVEL DO QUE FATOS DO DIREITO NÃO PENAL (SEARA CIVIL). QUERO DIZER QUE É MUITO MAIS FÁCIL SABER O QUE É UM HOMICÍDO (RAMO DO DIREITO PENAL) DO QUE ASSINAR UM CONTRATO DE LOCAÇÃO, POR EXEMPLO,  (RAMOS DO DIREITO CIVIL). TANTO QUE É ESSA UMA DAS RAZÕES PARA, HISTORICAMENTE, TERMOS A IDADE DA  MAIORIDADE CIVIL SUPERIOR À MAIIODADE PENAL", FINALIZOU O JUIZ DE DIREITO, TITULAR DA COMARCA DE ITAPICURU-BA.

ARTIGO: TUCANO: 11 anos de Guarda Municipal. Aspectos de uma história


A Guarda Municipal de Tucano (GMT) foi criada no dia 17 de abril de 2002, na gestão do prefeito Arilton Dantas dos Santos, que realizou concurso para admissão de pessoas que atuariam no âmbito da Segurança Pública no município. O grupo iniciante e pioneiro, formado por mais de 20 pessoas, foi habilitado através de treinamento intensivo para melhor atender à sociedade tucanense. Nesse período, a GMT foi comandada pelo Sargento da Polícia Militar Antônio Pedro Miranda Cerqueira, que retornou à instituição em 2011. Com o sucesso da primeira turma e, no intuito de ampliar o efetivo da corporação, foram realizados novos concursos públicos em 2006, 2010 e 2012 na gestão de José Rubens de Santana Arruda, na qual foi aprovada a lei que regulamentou nossas atribuições e competências.
Passaram pela corporação, deixando grandes marcas de trabalho, os seguintes comandantes: Soldado da PM/BA Magnaldo Guimarães dos Santos, o Bacharel em Direito e Delegado aposentado Antônio Gonçalves dos Santos e José Richard Oliveira Cavalcante, primeiro coordenador de carreira. Atualmente, a instituição é coordenada por João Souza de Matos, também comandante de carreira, que, junto aos demais prepostos, articula ações para identificação, análise e redução de problemas que existem em nossa sociedade.
Desde a sua criação, a Guarda Municipal opera em serviços comunitários, de prevenção e repressão à violência e à criminalidade. Também atua em festas organizadas pela Prefeitura Municipal, a fim de garantir a tranquilidade dos cidadãos e dos munícipes, pois nosso dever maior é proteger o bem mais valioso deixado por nosso Criador: a VIDA, embora muitos pensem que nossa missão seja somente cuidar de bens materiais e serviços públicos.
Destaca-se, ainda, nosso trabalho no combate ao uso de entorpecentes e outras substâncias ilícitas, na preservação de locais onde ocorra algum crime/acidente, na organização do trânsito, na feira livre municipal, na mediação de conflitos, no banimento do uso de veículos automotores e ciclomotores por crianças e adolescentes, em palestras socioeducativas, na garantia e promoção dos direitos humanos e na conscientização acerca da importância de atitudes cidadãs.
Para cuidar, proteger nossa cidade e manter a ordem pública, os servidores da Guarda Municipal passam por capacitações e participam de fóruns, seminários, congressos e audiências públicas que debatem as funções desta instituição e questionam nosso “poder de polícia”, nossos valores e missões. Não somos um conjunto de indivíduos que não estudou e ingressou no serviço público simplesmente com o propósito de obter dinheiro para o sustento pessoal/familiar.
É lícito ponderar que a Guarda Municipal não desenvolve seu trabalho de forma unilateral, e sim em articulação com outros órgãos, a exemplo da Promotoria Pública, das Polícias Civil e Militar, da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (Setrades), da Secretaria da Saúde, da Secretaria de Educação e Cultura e do Conselho Tutelar, visando sempre ações interdisciplinares de segurança dentro do município.
Enfim, observa-se que todos os serviços prestados por essa corporação de segurança são imprescindíveis para um município tranquilo, com poucos índices de violência. Uma Guarda Municipal não é criada apenas para gerar despesas ao erário público, e sim para educar, prevenir e combater as mazelas que inviabilizam nosso desenvolvimento.
Por GCM Osvaldo Alves de Jesus Júnior
*Os textos publicados como artigo/opinião são de inteira responsabilidade de seus autores

Mãe é detida por manter filhas acorrentadas pelos tornozelos



Uma mulher é acusada de manter as duas filhas, de 12 e 15 anos acorrentadas dentro de casa, no bairro Cidade Nova, em Itu, região de Sorocaba. Elas foram encontradas pela Guarda Civil Municipal através de uma denúncia anônima, nesta segunda-feira (15).
De acordo com a GCM, chegando no local, a corporação encontrou o tio das vítimas em frente à residência e, dentro do imóvel estavam as garotas com os tornozelos acorrentados e com cadeado.
Localizada, a mãe das adolescentes informou que resolveu mantê-las acorrentadas porque não tinha controle sobre elas. A mulher ainda disse que por diversas vezes deu queixa à polícia por desaparecimento das vítimas e que elas haviam deixado de frequentar a escola.
Ainda segundo a GCM, as garotas frequentavam uma avenida na cidade que é local de prostituição e uso de drogas.
As menores foram encaminhadas ao Pronto Socorro do hospital São Camilo, onde foram constatadas escoriações leves, por conta da corrente. Já na delegacia foi elaborado um boletim de ocorrência de maus tratos.
As meninas foram entregues à mãe novamente e a família será acompanhada pelo Conselho Tutelar. Um inquérito foi instaurado para apurar as causas.
Terra

Humorista se emociona ao visitar Shaolin em Campina Grande: ‘Ele é o meu ídolo e deu muita risada’



Shaolin e Pedro Manso trabalharam juntos na Record
O humorista Pedro Manso se emocionou ao visitar o amigo Shaolin nesta terça-feira (16), no bairro do Catolé, em Campina Grande. Em entrevista a uma emissora de rádio local, o comediante disse estar surpreso com a recuperação de Francisco Jozenilton Veloso, que sofreu grave acidente automobilístico na BR-230, no dia 18 de janeiro de 2011.
Os artistas trabalharam juntos em diversos programas da TV Correio/Record, como o ‘Tudo é Possível’ e ‘Show do Tom’. Pedro Manso, que dá vida ao personagem Fala Silva (uma sátira ao apresentador Faustão), revelou que Shaolin está melhor do que em 2012, quando também visitou o colega de trabalho.
"Estive aqui há quase um ano e dois meses visitando o Shaolin e, dessa vez, ele ficou super emocionado com a minha presença. Ele é o meu ídolo. Comecei a fazer imitações, contar causos, e ele deu muita risada, diferente da outra vez em que ele não esboçou nenhuma reação. Tenho certeza que Shaolin irá se recuperar e voltar aos palcos", afirmou o artista.
O cunhado de Shaolin, Ricardo Santos, confirmou a visita de Pedro Manso à casa de Shaolin, localizada no bairro do Catolé, em Campina Grande e ressaltou que ele continua se esforçando para falar com a própria voz.
"Por vontade própria, Shaolin não usa mais o aparelho que lê os movimentos dos olhos. A gente nota que ele quer falar, mas não por meio de um aparelho, e sim com a própria voz", disse.
O aparelho citado por Ricardo Santos foi doado em setembro do ano passado pela apresentadora Ana Hickmann, é fabricado na Suécia, e permite a comunicação entre o paciente e a tela, que registra sinais de emoções.
Acidente e recuperação
No dia 18 de janeiro de 2011, o humorista ficou gravemente ferido após um acidente na BR-230, na região de Mutirão, em Campina Grande. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o comediante dirigia no sentido São José da Mata da rodovia quando um caminhão, que vinha na faixa oposta, invadiu a contramão e bateu contra o veículo do artista.
O motorista do caminhão, acusado de causar o acidente, Jobson Clemente Benício, 23 anos, foi condenado no dia 13 de novembro de 2012 a dois anos de detenção em regime aberto e um ano de suspensão do direito de dirigir. A decisão foi do juiz Wandemberg de Freitas Rocha, da 4ª Vara Criminal de Campina Grande.
Shaolin se recupera em casa, no bairro do Catolé, em Campina Grande, e faz tratamentos diários com fisioterapeutas e fonoaudiólogos.
Portal Correio

Bandidos explodem banco no Cariri, cercam destacamento da PM e atiram na delegacia



Um posto de atendimento do Banco Bradesco, na cidade de Assunção, no Cariri paraibano, foi explodido na madrugada desta quarta-feira (17). Segundo o tenente Jonathan Yassaqui, comandante da 4ª CPMI, os acusados atiraram contra a delegacia da cidade.
O policial informou que cerca de 6 homens utilizando motos e carros chegaram na cidade por volta das 3h, montaram um bloqueio em frente ao destacamento da Polícia Militar e foram em direção do posto bancário.
“A quadrilha explodiu o local. Os policiais me informaram que o prédio ficou completamente destruído. Mas, não sei informaram que eles levaram dinheiro, porque as empresas não abastecem nesse perídio. Só a perícia poderá saber com precisão”, disse o tenente Yassaqui.
Ainda segundo o tenente, a quadrilha efetuou disparos na sede da delegacia. “Os assaltantes estão tão ousados que bloquearam a saída do destacamento e ainda efetuaram tiros contra a delegacia. Mas ninguém ficou ferido. A barricada no destacamento foi para evitar perseguição”.
O morador Patrício Silva disse que durante a ação, os bandidos renderam um vigilante de rua. "Os criminosos perceberam que estavam sendo perseguidos pelo vigia e o renderam. Tomaram a moto dele e mandaram o homem deitar no chão".
Câmeras de uma casa lotérica podem ter filmado o crime. Viaturas do Batalhão de Policiamento Especial ( Bope) e guarnições de cidades vizinhas estiveram no local, mas não conseguiram identificar os acusados.
Com Portal Correio

Fotos polêmicas de orgia em quartel do RJ são divulgadas



Uma das fotos exposta em um blog (Foto: Divulgação)
Com um metro e setenta e três de altura e no auge da virilidade, aos 34 anos, um cabo militar usava o codinome "Bombeiro Dotado", em conversas na internet.
O apelido sugestivo permitiu o encontro virtual com casal vidrado em fetiches sexuais com honras militares. Como a coluna "Justiça e Cidadania" publicou nesta terça-feira com exclusividade, o trio fez sexo no 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros, na Posse, em Nova Iguaçu, às 23h do dia 22 de junho do ano passado. A orgia foi fotografada e colocada no blog do casal.
O cabo e um sargento que permitiu a festinha, com direito a fotos na escada magirus e a estripulias do trio em uma viatura, foram denunciados pelo crime de pederastia no Código Militar, com pena de seis meses a um ano de detenção. A ousadia do casal e dos militares foi divulgada.
Em conversa na internet, o casal, batizado de ksal fetiche, ironiza: “Chegamos na portaria e avisamos que vamos dar umazinha com vc aih dentro kkkk”. E ainda completa: “Então, vamos entrar e sair sem os 23 perceberem”, referindo-se à tropa de plantão na unidade.
"Segurança" na garagem
Além das fotos expostas no blog, o casal detalhou que marcou para chegar ao quartel às 21h. Eles ficaram perto do grupamento quando foram resgatados pelo cabo às 23h e entraram.
O trio foi direto para a garagem onde estavam as viaturas, com a escada magirus. O cabo e o casal mantinham relações sexuais, enquanto o sargento ficava de prontidão para avisar se chegasse alguém.
O caso veio à tona em agosto, quando as fotos foram postadas no blog do casal, gerando burburinhos.
A tropa foi formada até que uma testemunha apontou o cabo como o responsável pelas estripulias e o sargento, sentinela que controlava a entrada e saída de pessoas no quartel. Em depoimento, no processo disciplinar, o cabo, lotado há quatro anos na unidade, pediu desculpas.
Sindicância apontou desprezo pelo uniforme
O Corpo de Bombeiros, em sindicância, concluiu que houve crime militar e menosprezo ao uniforme — a mulher chegou a usar uma camisa, como acessório do fetiche.
Em nota oficial, a corporação informou que foi aberto um inquérito policial-militar depois que a Corregedoria tomou conhecimento do material erótico postado no blog do casal.
O cabo foi punido com 30 dias de prisão disciplinar, e o sargento, que deu cobertura à ação, com 20 dias; e o assunto foi encerrado no Corpo de Bombeiros.
“Disciplinarmente, caberia expulsão da corporação pela conduta dos militares. Porém, pela pena, que chega no máximo a um ano de detenção, não há exclusão”, explicou o promotor Paulo Roberto Mello Cunha, que denunciou os militares à Auditoria de Justiça Militar.
Nesta terça-feira o juiz Marcius da Costa Ferreira, em exercício na Auditoria de Justiça, aceitou a denúncia do Ministério Público e agora os militares passaram a responder ao processo.
Fonte: 180 Graus, com informações do O Dia/IG

terça-feira, 16 de abril de 2013

Prefeito cancela São João após ameaça de multa por conta da seca


Malhada das Pedras: Prefeito cancela São João após ameaça de multa por conta da seca
TCM teria enviado ofício com pedido de suspensão da festa
O prefeito de Malhada de Pedras, Valdeci Alves Bezerra (PT), confirmou nesta terça-feira (16) que não realizará os festejos juninos na cidade este ano. De acordo com o gestor, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) encaminhou um ofício à administração municipal informando que, caso realizasse o evento, pagaria multa. Ainda segundo o prefeito, a determinação da Corte de contas é por conta da seca prolongada que atinge a Bahia e que impôs Malhada de Pedras a decretação de situação de emergência. Esse é o primeiro ano que o município não realiza o São João desde que a festa começou a ser realizada. Entretanto, Ceará, como é conhecido, garantiu que o aniversário da cidade, em julho, será comemorado com uma grande festa. Informações do Brumado Notícias.

Operação da DECARGA recupera carga roubada com quadrilha enquanto tomava banho no Jorrinho


O DELEGADO JEAN INFORMOU AINDA QUE, ALÉM DA CARRETA REPLETA DE ELETROELETRÔNICOS, FOI APREENDIDO EM PODER DO BANDO, UM CAMINHÃO BAÚ DE PEQUENO PORTE.

POLICIA TUCANO

Policiais civis  da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias (Decarga) de Feira  de Santana prenderam no final da tarde  de  segunda-feira,15, três  homens  suspeitos  de integrarem uma  quadrilha de roubo de cargas. A operação  aconteceu no povoado de Jorrinho, interior do  município de Tucano, e contou com o apoio da Polícia Militar do 1º – Pelotão  do Distrito de Caldas do Jorro.

Segundo informações  do  delegado Jean Silva Souza,  o grupo faz parte de uma grande organização criminosa, especializada em roubo de cargas valiosas, principalmente de remédios  e eletrodomésticos, que atua em três estados nordestinos: Sergipe, Pernambuco e Bahia . “Eles são tão organizados que usam tecnologia de ponta, porém, nem sempre funciona. Pegamos com certa facilidade, por que o Jammer (aparelho bloqueador de sinal de rádio e telefonia) que eles usavam para bloquear o sinal do GPS, que estava na carga roubada, falhou”, disse. A inda  de acordo com  o titular da  (Decarga), a  quadrilha  vinha  sendo investigada a cerca de  seis  meses.
delegado jean
O delegado Jean informou ainda que, além da carreta repleta de  eletroeletrônicos, foi apreendido em poder do bando, um caminhão  baú de pequeno porte,  de cor branco, placa; NPW-5148, licença de Campina Grande/PB, com o restante da carga, que foi tomada de assalto no ultimo  sábado na cidade de Alagoinhas/BA, avaliada em R$ 900 mil. “Conseguimos  prender três dos quatros  integrantes, mas,  estamos realizando  diligências, no intuito de prender  o  fujão”, informou.

JORRINHO

Os presos  foram  encaminhados juntamente com a carga e os veículos, para a sede da Decarga em Feira  de Santana, onde  serão autuados por roubo qualificado e formação de quadrilha.
Até ás 00h50 desta terça, os  agentes  da Decarga, ainda  estavam  realizando  blitz  no entroncamento das  BRs-116/Norte  e 410, trecho Tucano / Ribeira do Pombal, no intuito de prender outros membros da quadrilha.

Veja o vídeo de Gil Santos e Érico Artes do Tucanobr.com


Fonte: Gil Santos

Neta agride avó com paralelepípedo



Na manhã da segunda- feira (15), mais uma mulher foi vítima de violência domestica, desta vez foi na cidade de Cajazeiras. O fato ocorreu na Rua João Casimiro. O que diferencia é que a agressora foi a própria neta.
Segundo a vítima sua neta chegou na sua residência bastante exaltada e quando a avó tentou aconselha-la ela passou a agredi-la com um paralelepípedo, chegando a machucar sua perna esquerda. Ambas foram conduzidas para a Delegacia de Polícia.
Folha do Sertão

Professora é acusada de agressão que fraturou perna de aluno de 5 anos



A mãe de um aluno de 5 anos da Escola Municipal Rosalina de Araújo Costa, no bairro Barreto, em Niterói, acusa a professora da unidade de agressão.
Indignada com o caso, ela resolveu, pelo Facebook, fazer a reclamação do comportamento da lecionadora Expedita Alexandra. O menino, identificado apenas como D.S, está no Jardim 3 no turno da tarde no colégio.
Segundo o relato da mãe, na última sexta-feira, dia 12, o garoto estava sentado em uma cadeira maior e a professora pediu para ele sentar no chão para brincar com as outras crianças.
No entanto, o menino demorou e Expedita teria puxado a cadeira e a perna da vítima ficou presa na mesa, que também caiu com o puxão da professora e fraturou a perna do menor. “Ela nem deve ser chamada de professora e sim de monstro”, escreveu a mãe na rede social, confirmando que fez um registro na delegacia.
A diretora adjunta da escola, Lilian Cristina, acredita em fatalidade e diz que foi um acidente. Além disso, ela contou que a professora foi recomendada a não trabalhar, porque estaria muito abalada.
“Ela (professora) sempre foi muito correta e querida pelos alunos. Nunca tive reclamações dela”, argumentou a diretora adjunta.
A Prefeitura de Niterói, através da Fundação Municipal de Educação, informou que abriu processo administrativo para apurar o ocorrido e que o aluno receberá toda a atenção necessária, além de um veículo para atender as necessidades da família.
O órgão também afirmou que a professora foi afastada de suas funções e receberá acompanhamento do departamento do Gestão de Pessoas da FME.
O Dia Online

Ataque? Helicóptero militar dos EUA cai perto da fronteira da Coreia do Norte



Um helicóptero militar dos EUA caiu nesta terça-feira em um condado sul-coreano perto da fronteira com a Coreia do Norte. Todas as 16 pessoas que estavam a bordo sobreviveram, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
O helicóptero Sikorsky CH-53 caiu em um campo militar de treinamento de tiro em Cherwon, a 88 quilômetros ao norte de Seul. Os três integrantes da tripulação e os 13 soldados americanos que estavam na aeronave nada sofreram.
Segundo a agência Yonhap, a aeronave se preparava para pousar depois de três horas de exercícios de treinamento, realizados junto com outros cinco helicópteros, quando caiu. Ainda não se sabe as causas do acidente
O Globo

UM VERDADEIRO TAPA NA CARA DO BRASIL


'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível' 

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social. 

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. 
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. 

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. 

São tratados como se fossem uma 'COISA'












'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome.

São tratados como se fossem uma 'COISA'

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Valadares responsabilizou deputados pela doença de Déda? OUÇA e tire sua dúvida






















A jornalista Raissa Cruz publicou a informação no Universo Político que, no encontro estadual do PSB, realizado na última sexta-feira, em Aracaju, o senador Antônio Carlos Valadares atribuiu aos deputados Adelson Barreto e Maria Mendonça (PSB) a doença do governador Marcelo Déda (PT).

Valadares rebateu dizendo que apenas se referiu à fidelidade partidária e que não mencionou os nomes dos parlamentares.
Sobre os nomes, não havia mesmo a necessidade de mencioná-los, já que o partido  teve apenas dois deputados estaduais na atual legislatura: Adelson Barreto (que pediu na Justiça para sair) e Maria Mendonça.

A verdade

NE NOTÍCIAS

Rede Record exibe reportagem sobre o Grupo de Extermínio que vem assustando a população de Poço Verde-SE


Foi exibida na Rede Record na manhã desse sábado  (13) no programa "Fala Brasil" à reportagem falando sobre o Grupo de Extermínio que vem amedrontando todo município Poçoverdense.

Uma lista com vítimas foi deixada na porta de escolas e em prédios públicos. A onda de violência vem assustando os moradores do município de Poço Verde, no interior de Sergipe. Em seis meses mais de 17 pessoas foram assassinadas na cidade.


PREFEITURA CRIA O CARGO DE “FAREJADOR OFICIAL”


O secretário municipal do Meio Ambiente, Leôncio Costa, não se cansa de tantas trapalhadas e desculpas esfarrapadas quando é acionado para resolver algum problema relativo à sua secretaria. Durante a fedentina que se alastrou pela cidade, no decorrer desta semana, ele saiu com uma verdadeira pérola, numa entrevista concedida em uma emissora de rádio: disse que saiu de carro ‘monitorando’ o mau cheiro, para descobrir de onde realmente vinha, mas que não conseguiu detectar a origem da fedentina porque “começou a chover” e o fedor desapareceu. Desculpa besta e contraditória, pois foi ele mesmo quem anunciou, no mês passado, que a fedentina tinha origem no Frigorífico Sudoeste, onde um dos sócios é o seu próprio primo José Marcos Costa, contra quem o secretário alega ter aplicado uma multa de R$10 mil reais, apesar do ‘esporro’ que levou do primo rico.

Por ironia, um outro sócio do Frigorífico Sudoeste, o empresário Éder Rezende, concedeu entrevista na Rádio Fascinação na manhã deste sábado e admitiu que a origem do mau cheiro é proveniente do frigorífico, mas garantiu a instalação de filtros para amenizar o problema. Éder, entretanto, cometeu uma gafe ao dizer que “mau cheiro não faz mal a ninguém”, o que desagradou aos ouvintes do programa, que congestionaram as linhas da rádio reclamando da sua infeliz declaração.

Quanto ao secretário Leôncio, deve prosseguir na sua triste sina de “monitorador de urubus” e agora “farejador oficial”.  Vida de cão, a desse secretário…

Por Davi Ferraz

Juiz americano aplica multa a si mesmo porque seu celular tocou em julgamento

Raymond Voet aplicou uma multa de US$ 25 (cerca de R$ 49) a si mesmoRaymond Voet aplicou uma multa de US$ 25 (cerca de R$ 49) a si mesmoUm juiz de Michigan, nos Estados Unidos, aplicou uma multa a si mesmo depois que seu celular tocou durante um julgamento que presidia, segundo informações do "Daily Mail".

Raymond Voet é um juiz conhecido por "acessos de raiva" quando celulares tocam no tribunal de Ionia County. Ele ordenou a colocação de cartazes no local para desencorajar o uso de celulares, alertando que os aparelhos que tocassem durante os julgamentos poderiam ser confiscados e multas aplicadas a seus proprietários.

Mas na última sexta-feira (12), Voet percebeu que o toque de celular que interrompeu a sessão durante a fala final da promotoria pertencia, na realidade, a ele mesmo.

Ao canal "Michigan Live", o juiz disse que "ficou envergonhado" e que tem certeza de que seu rosto ficou vermelho na ocasião. No intervalo do julgamento, Voet aplicou a si mesmo a multa de US$ 25 (cerca de R$ 49), a mesma dada a quem não desliga o celular dentro da corte, e pagou o valor em seguida.

"Juízes são humanos. Mas não estão acima das regras. Eu quebrei a regra, e tenho de viver por ela", lembrou Voet.

Confira o vídeo que mostra momento de explosão em Boston


O vídeo publicado pelo site do jornal Boston Globe mostra o momento exato da explosão de pelo menos duas bombas, na chegada da Maratona da cidade de Boston. O vídeo é de autoria de Steve Silva, cinegrafista com sobrenome comum no Brasil, mas o jornal não informa se ele é brasileiro. As explosões podem ter matado pelo menos duas pessoas e ferido uma centena, segundo as informações mais recentes.

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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