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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

SUS terá teste rápido para aids feito com fluido oral em 2014

SUS terá teste rápido para aids feito com fluido oral em 2014
O Ministério da Saúde anunciou esta semana que o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer um novo tipo de teste rápido de aids no próximo ano. O teste, que é novidade no Brasil, é feito por meio de fluido oral. O objetivo é oferecer o diagnóstico para a população em todas as campanhas do Fique Sabendo, nos serviços de saúde que atendem às populações vulneráveis e nas farmácias da rede pública.
Inicialmente, o teste será usado a partir de março por 40 organizações não governamentais (ONGs) parceiras do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde. No segundo semestre, o diagnóstico rápido será oferecido na rede do SUS.
Na primeira etapa, homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, travestis, transexuais, pessoas que usam drogas, pessoas privadas de liberdade e em situação de rua terão prioridade para fazer o teste. O kit para fazer o teste está sendo produzido pelo laboratório Bio-Manguinhos/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Para fazer o teste, é preciso que a pessoa evite ingerir alimento ou bebida, fume ou inale qualquer substância, escove os dentes e use antisséptico bucal nos 30 minutos anteriores. Também é preciso retirar o batom e evitar atividade oral que deixe resíduo. O fluido do teste oral é extraído da gengiva e da mucosa da bochecha com o auxílio da haste coletora. O resultado sai em até 30 minutos.
O ministério também anunciou a aprovação do novo Manual Técnico para Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Crianças, que complementa os procedimentos para os testes de HIV no país. O documento também traz a possibilidade de confirmação do diagnóstico com um segundo teste, também rápido, que permite a redução do tempo de entrega do resultado ao paciente.

Rodovias baianas registram quase 200 acidentes em apenas três dias

Entre sexta-feira (20) e domingo (22), 196 acidentes foram registrados nas rodovias baianas, segundo balanço informado pelas polícias rodoviárias estadual e federal nesta segunda-feira (23).

De acordo com os órgãos, 25 pessoas morreram e 162 ficaram feridos. O fluxo é intenso nas rodovias devido às festas de fim de ano.

Na BA-503, entre Coração de Maria e Feira de Santana, na região nordeste, duas crianças de 9 e 12 anos morreram e outras cinco pessoas ficaram feridas no capotamento de um carro. O veículo caiu numa ribanceira e foi parar no Rio Paramirim. Há suspeita de que um enxame de abelhas tenha entrado no veículo.

Na BR-135, entre Barreiras e Riachão das Neves, no oeste baiano, três pessoas ficaram feridas depois que um carro de passeio derrapou na pista molhada e bateu numa árvore. O motorista do veículo está internada em estado grave.

Na BR-116, entre Canudos e Euclides da Cunha, na região norte, duas carretas bateram de frente. O motorista de uma delas morreu no local. Moradores da região saquearam parte da carga de cosméticos, instrumentos musicais e acessórios para carros.

A POESIA DO NATAL

Rangel Alves da Costa*


Alegre ou triste, festejante ou melancólica, há sempre uma poesia no natal. Contudo, diante de seu clima nostálgico, sempre envolto em relembranças e reencontros, há quem não consiga ver o período natalino como propício a inspirações.
E eis que a poesia, ainda que não construída em versos escritos, já se faz presente naqueles que se deixam envolver pela magia e singeleza desse período tão especial e importante na vida do ser humano.
Assim, a poesia do natal está em tudo aquilo que envolve o próprio natal e consegue alcançar e transformar as pessoas, seja as tornando mais fraternas e afetuosas, seja para fazê-las sempre mais frágeis, tristes e solitárias.
Se a tristeza lhe abraça mais fortemente neste período, saiba que é poética sua angústia. Somente os sensíveis se envolvem de enternecimentos na colheita dos frutos dessa estação; apenas os que não erram em esconder sentimentos se deixam revelar além dos espelhos.
É poética a reflexão mais profunda surgida com o natal. Não há apenas a recordação nem a vontade de reencontrar, mas um sentimento profundo de presença e até de diálogo. E isto comprova o quanto nos curvamos diante do passado e do que ainda permanece como presença em nossa memória.
Do mesmo modo, a poesia do natal está na sua atmosfera tão simbólica e meditativa. Tudo nos chega envolto em uma espécie de névoa contemplativa, numa paisagem nublada que nos chama à reflexão, ao diálogo íntimo, às leituras dos erros e acertos ao longo do ano.
E quando saímos de nós mesmos nos encontramos no outro que recordamos. Eis que natal é tempo de saudade, é tempo de desejo de reencontros, é momento para querer estar pertinho de quem está apenas distante ou de quem já está na inalcançável distância.
Mesmo que a modernidade tenha imposto uma visão meramente comercial do natal, ainda assim jamais conseguirá tirar do íntimo de muitos aquela feição de cartão natalino antigo. Em muitos olhos e corações, o natal continua sendo uma bela fantasia nevoenta, com neblina descendo sobre pinheiros e luzes piscando distante.
E também o Papai Noel, a árvore enfeitada com bolas coloridas e rodeada de caixinhas de presentes, o sapatinho do menino à janela, a chaminé misturando fumaça à nevasca, as renas do bom velhinho cortando os céus. Certamente um clima europeizado, mas que acostumamos a apreciar.
Mas também o natal dos barracos, das favelas, das famílias abandonadas, dos meninos nas marquises, da miséria e da pobreza. Uma ceia de pão e de qualquer grão, um presente prometido para um amanhã, uma existência que tanto merecia ser visitada pelos reis magos.
Que o ouro, a mirra e o incenso chegassem às novas e cada vez mais empobrecidas manjedouras. Que a estrela da natividade guiasse os três reis magos às moradias daqueles meninos famintos, aos casebres distantes e tão esquecidos pelos que fartamente preparam suas ceias e festins.
Muitos não terão chesters, perus, pernis, lasanhas, saladas, bacalhoadas, espumantes, cervejas, uísques, importados. Muitos não terão sequer um frango assado ou uma garrafa de sidra. Talvez o pão, talvez nada. Mas terão o natal, e de modo mais significativo que aqueles que fazem desse dia apenas mais um pretexto para festanças.
Ora, o que alimenta o espírito natalino não é a ceia nem a comilança, a troca de presentes ou a renovação de móveis e vestimentas. Tudo isso é hipocrisia consumerista, não passa de vaidade e esnobismo. E onde só há lugar para o pensamento material, para o ter e querer sempre mais, dificilmente sobrará espaço para os nobres sentimentos.
E da pobreza não é afastada a significação maior do natal. Ainda que dele só tenha a data, ainda que não haja troca de presentes nem mesa farta, sua imensa fé a coloca como num presépio vivenciando o nascimento daquele menino que tanto parece com os seus. Menino pobre nascido em um Belém que pode ser qualquer lugar onde a ceia será apenas a da esperança.
Não muito longe de você há uma manjedoura, um Belém. Ali há o presépio da outra realidade. Uma mesa sem ceia, mas um natal sem igual, pois se celebra a vida e não o momento de se servir.


Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com      

AS CEIAS E OS PRESENTES

Rangel Alves da Costa*


Para muitos, tanto faz que Papai Noel exista ou não, que ele visite ou não qualquer menino sonhador, mas a ceia natalina não pode deixar de existir de jeito nenhum. Em nome da comilança todo o espírito natalino.
A ceia de natal não é só costume e tradição, mas o instante mais esperado do ano para o empaturramento com tudo que aparecer. É a simbologia da gula para grande parte da população. Os pratos cintilam mais que as luzes natalinas.
E lambem os beiços só em pensar nas comidas e sabores tantos que chegam à mesa em profusão. Assados, mexidos, empanados, molhados e sólidos, pratos de todos os tipos. Sem falar no sortimento de bebidas e outros manjares que aparecem.
Um natal assim, nos moldes do esbanjamento, outra coisa não simboliza senão o consumismo materialista, a gula desenfreada, a demonstração à mesa da bonança financeira dos anfitriões. Bem assim nos enfeites natalinos, pois renas imensas, alegoricamente faiscantes, estarão espalhadas pelos jardins.
Na verdade, o natal transformou-se em mera ocasião de prazeres materiais. Logicamente que não para todos, mas para uma parcela significante da sociedade é apenas um período de troca de presentes, confraternizações suntuosas, festanças as mais abastadas. Ora, o comércio tem-no como um milagre.
Até mesmo os tradicionais amigos secretos estão se transformando numa disputa de valores e qualidades. Não faz muito tempo que era máximo o contentamento daquele que recebia uma lembrancinha singela, algo apenas para simbolizar a existência da amizade. Mas hoje não. Triste daquele que entre na brincadeira e tente oferecer um presentinho qualquer. Automaticamente será transformado em inimigo mortal.
Faltam as luzes e os símbolos no coração e sobram as demagogias. Muitos se revestem do natal apenas para apregoar o que não sentem, para fingir caridades, para espalhar falsos gestos humanitários. E em meio aos fingimentos e aberrações, restam solitários e esquecidos aqueles que traduzem na alma o verdadeiro natal. 
E não esquecendo aqueles que praticam caridade em nome próprio com o que foi doado pelos outros. E muitos, talvez se achando também carentes, reservam para si grande parte dos donativos natalinos. E ainda dizem não acreditar em Papai Noel.
Na noite de natal, ainda que a ceia seja preparada para reduzida família, ainda assim os pratos sempre serão alentados. No dia seguinte e depois ainda é possível se fartar com os restos que parecerão ainda mais gostosos e suculentos. Há quem sustente ser o dia seguinte a verdadeira comemoração.
E se a ceia é preparada para família grande, muitas pessoas e convidados, então será preciso juntar algumas mesas para espalhar os sortimentos. É o momento em que o cardápio vai muito além dos tradicionais pratos da ocasião. É quando iguarias importadas se misturam às aves gordas da ocasião.
Bebidas finas, copos de cristal, champanhes e vinhos de safras antigas, uísque já ancião, garrafas com rótulos de difícil leitura. E aquelas pessoas com roupas cheias de etiquetas e desconfortos, com tantos brilhos que rivalizam com a luminescência dos cristais se tocando em brinde. Ninguém fala nada do natal, apenas nos planos capitalistas para o ano vindouro.
E na mesma hora, só que em outro lugar, a mesma ceia, ou aquilo que o termo possa traduzir, estará sendo servida, porém de modo muito diferente. Não uma janta especial, com alimentos diferenciados, mas aquilo de todo dia, e quando todo dia tem para ser servido. E muitas vezes a ceia que é café, almoço e janta num só prato e servida uma única vez ao dia.
Uma ceia que se resume ao pão, e porque o pão foi nesse dia conseguido. E então a verdadeira comemoração no humilde coração natalino. Ter o pão como ceia e o melhor presente. Sem bola, sem brinquedo, sem nada, mas o menino adormecerá contente porque qualquer dia terá um sapatinho para colocar na janela. Se janela houver.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com 

BAHIA: Veículo cai de ponte, mata duas crianças e deixa cinco feridos na BA-503

Um capotamento neste domingo (22) deixou duas crianças mortas e outros cinco pessoas feridas na BA-503, entre os municípios de Feira de Santana e Coração de Maria, a 85 km de Serrinha.

Segundo o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o motorista do veículo, modelo Fox, perdeu o controle, desceu uma ribanceira e foi parar dentro de um rio.

As crianças de 9 e 13 anos morreram na hora. Os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano.

Outras cinco pessoas foram socorridas até um posto de saúde em Coração de Maria. O estado de saúde delas não foi divulgado.

Entre as vítimas, há um adolescente de 14 anos e uma outra criança de três, que, segundo o blog Jacuípe Notícias, apresentava diversos ferimentos provocados por picadas de abelhas. A PRE investiga se uma possível invasão de um enxame de abelhas ao veículo tenha provocado o acidente, já que não há marcas de frenagem na pista.

Duas crianças morreram no acidente

Carro desceu uma ribanceira e foi parar dentro de um rio








































Foto: site Jacuípe Noticias

domingo, 22 de dezembro de 2013

MEC autoriza cursos de medicina em 6 cidades do interior da Bahia

MEC autoriza cursos de medicina em 6 cidades do interior da Bahia
O Ministério da Educação (MEC) autorizou a criação de graduação em medicina em instituições de seis municípios da Bahia. Na relação de cidades divulgada do Diário Oficial da União nesta sexta-feira (20), constam as cidades Alagoinhas, Eunápolis, Guanambi, Itabuna, Jacobina e Juazeiro. De acordo com o MEC, no próximo ano as cidades serão visitadas por uma comissão de especialistas, que deverá verificar a estrutura dos equipamentos públicos e programas de saúde existentes, além de avaliar as propostas das instituições interessadas em abrir os cursos sobre investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi autorizada a criar 60 novas vagas no curso de medicina, dobrando assim o número de vagas. Em todo país, 49 municípios foram autorizados a criar os cursos de medicina, e a expectativa é de que sejam criadas 3,5 mil vagas.

Cantor gospel Chris Duran se irrita a abandona palco durante show

Cantor gospel Chris Duran se irrita a abandona palco durante show em Várzea da Roça
Foto: Divulgação
O cantor francês de música gospel Chris Duran “deu piti” durante um show no município de Várzea da Roça, no centro norte baiano, na madrugada deste sábado (21), e abandonou o evento depois de cantar apenas duas músicas. O músico foi convidado para compor a lista de atrações da primeira noite do Carnatal, carnaval fora de época realizado na cidade tradicionalmente nos finais de ano. Após subir ao palco com cerca de três horas de atraso graças a um problema na ordem das apresentações, o religioso se irritou ao perceber que o sistema de som apresentava defeitos, passou o microfone para o apresentador da festa e abandonou o local visivelmente transtornado. De acordo com informações divulgadas pela produção da micareta, Duran continuou na cidade por algumas horas na pousada Terra Nobre, onde, segundo informações extraoficiais, teria quebrado um chuveiro. 

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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