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domingo, 18 de novembro de 2012

Impopularidade: Luan Santana ficou abalado com notícia de shows vazios nos EUA


A passagem de Luan Santana nos Estados Unidos repercutiu no Brasil. Isso porque um jornal gringo noticiou que as vendas para a apresentação do sertanejo tinham sido um fracasso.
Por meio de comunicado, a assessoria do músico alegou que a informação foi plantada por um contratante rival da empresa que levou Luan.
Nos bastidores do Caldas Country, evento no qual ele se apresentou nesta sexta-feira (16), o cantor voltou a falar do ocorrido.
- Foi uma injustiça o que fizeram. A gente foi mais para alegrar a galera, levar alegria para o local que tinha sido devastado pelo furacão Sandy. Como a galera é maldosa, inventou essa história. Me deixou muito mal. Fazia tempo que eu não ficava chateado com alguma notícia.
Recentemente, Luan gravou uma parceria com o grupo Maná e acredita em bons frutos em terras gringas. No entanto, não pensa em investir na carreira internacional por ora.
- Primeiro a gente tem de se firmar aqui no Brasil. Precisa ter uma base forte para poder investir lá fora. Não penso nisso para agora.
R7

Pesquisa mostra a relação entre o cérebro e as experiências espirituais


“As experiências espirituais são muito diversificadas e incluem processos cognitivos, emocionais, de percepção e de comportamento. Dependendo do tipo de experiência, nós vemos diferentes maneiras no modo como o cérebro responde”, explica Andrew Newberg, diretor do Centro de Medicina Integrativa, sediado na Universidade Thomas Jefferson, da Filadélfia.
Ele tem liderado um grupo de pesquisadores que estuda o efeito sobre o cérebro humano das chamadas “questões espirituais”. Em uma de suas pesquisas, que buscava analisar o efeito da meditação e da oração no cérebro, ele injetou nos pacientes um corante radioativo inofensivo para o corpo, mas que pode ser detectado por aparelhos de tomografia. Enquanto as pessoas estão envolvidas com a oração, o corante migra para as partes do cérebro onde o fluxo sanguíneo é mais forte. Ou seja, pode ser percebido na parte mais ativa do cérebro.
Agora, em parceria com cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Thomas Jefferson, decidiram investigar como ocorrem os fluxos de sangue em diferentes regiões do cérebro durante os transes de médiuns no momento em que eles estariam “recebendo espíritos”. A diferença maior é que na oração a consciência não é alterada, enquanto no transe mediúnico, há inegável perda de controle.
Um artigo divulgado este mês revista Public Library of Sciences mostra como os cérebros dos médiuns brasileiros analisados mostraram transtornos de funcionamento enquanto escreviam mensagens ditadas, chamadas de psicografia.
Foram investigados dez médiuns que tinham entre 15 e 47 anos de psicografia, realizando-a até 18 vezes por mês.
Segundo o estudo, todos gozavam de boa saúde mental, não usavam psicotrópicos e alcançavam um estado de transe durante a tarefa. Para identificar como ocorria a ação, os pesquisadores usaram tomografia computadorizada por emissão de fótons únicos.
Os cientistas concluíram que os médiuns mais experientes demonstravam níveis mais baixos de atividade no hipocampo esquerdo, no giro temporal superior e no giro pré-central direito no lóbulo frontal, durante o transe.
Essas áreas do lóbulo frontal estão ligadas ao raciocínio, ao planejamento, à geração de linguagem, aos movimentos e à solução de problemas. Portanto, a conclusão é que durante a psicografia de fato ocorre uma ausência de percepção de si mesmo. Ou seja, o médium perde a consciência.
“O estudo sugere que áreas que normalmente funcionam quando estamos escrevendo ou realizando outras tarefas cognitivas, de certa forma, desligam quando a pessoa entra em estado de transe. Isso é consistente com a experiência (dos médiuns) segundo a qual eles não estão no comando da prática e do que estão escrevendo. Quando a atividade do lobo frontal diminui, a pessoa não sente que está realizando uma tarefa, e sim que essa tarefa está sendo feita para ela”, explica o doutor Andrew.
A princípio, isso descarta a possibilidade que os médiuns em questão estivessem, de algum modo, fingindo estar fora de si e tornaria impossível ser fruto de esforço humano.
Comparando este estudo com o similar, feito sobre os efeitos da oração, torna-se claro como esse tipo de pesquisa “contribui para o nosso entendimento da relação entre o cérebro e as experiências e práticas espirituais”, afirmou o pesquisador.
“Também nos leva a pensar se os médiuns de fato estão conectados a um reino espiritual… Se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade recebe pouca atenção científica e, a partir de agora, devem ser feitos novos estudos”, explicou Newberg, que teve a colaboração do psicólogo clínico Júlio Peres, do Instituto de Psicologia da USP.Com informações VEJA e Deseret News.

Sargento do Bope e mais quatro são assassinados


A noite de ontem em Campina Grande foi marcada pela violência. Cinco pessoas foram assassinadas, entre elas um sargento do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE).
O sargento Jefferson foi morto por volta as 20h durante um confronto com quatro bandidos que chegaram no Bairro Mutirão do Serrotão em duas motos para assassinar Sérgio Paulo Santos, de 28 anos. O militar estava no local, acabou se confrontando com os matadores e ficou ferido a bala. Ele ainda foi levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu e morreu. A outra vítima Sérgio Paulo foi atingido por quatro tiros e morreu no local.
Mais duas pessoas foram assassinadas no Bairro de Bodocongó. A primeira delas foi por volta as 22h. Dois homens em uma moto preta executaram num bar um homem conhecido como JOão de aproximadamente 25 anos. Cerca de meia hora depois, no mesmo Bairro, Francisco José Cirino, de 29 anos, foi executado por dois homens que chegaram de moto na casa da vítima, na Rua Serverino Ramos Freitas, e após uma discussão, os bandidos dispararam oito tiros em Francisco que morreu no local.
Na Feira Central de Campina Grande, mais uma homicídio registrado pela Polícia, Ubiratan Soares Amorim, de 36 anos, foi assassinado a tiros e facadas em plena rua. A vítima ainda foi socorrida para o Hospital de Trauma mas não resistiu e morreu.
Em todas as ocorrências ninguém foi preso.
Portal Correio

Homem é preso acusado de sequestrar e tentar violentar dois meninos


Violência contra crianças (foto ilustrativa)

Um homem identificado como Damião Camilo de Sousa, de 46 anos, foi preso neste sábado (17) no município de Cachoeira dos Índios, no Sertão do Estado, sob a acusação de ter sequestrado e tentado violentar dois meninos, um de 12 e outro de nove anos.
A tentativa de violência foi confirmada pela Delegacia de Cajazeiras. A mãe dos meninos que reside no Sítio Marimbas, na Zona Rural de Cachoeira dos Índios, sentiu falta dos filhos e chamou a Polícia.
Os meninos foram localizados e contaram aos policiais sobre o sequestro e a tentativa de violência sofrida, dizendo que Damião teria tirado a roupa deles e tentado violentá-los sexualmente.
Portal Correio

Dilma regulamenta suspensão de pagamento do INSS para cidades atingidas pela seca



Seca no interior da Paraíba

Os municípios em situação de emergência por causa da seca poderão suspender o pagamento do INSS enquanto vigorar o ato que decretou o estado de calamidade. A decisão foi publicada pela presidente Dilma Rousseff, através do decreto de número 7.844 que regulamenta o artigo 11.196 instituído a partir de uma emenda constitucional de autoria do senador paraibano Vital do Rego (PMDB).
A emenda prevê a suspensão do pagamento das parcelas vincendas durante a situação de emergência ou estado de calamidade pública para municípios que tiveram situação de emergência ou estado de calamidade pública em decorrência de seca, estiagem prolongada ou de outros eventos climáticos extremos ocorridos no ano de 2012 e reconhecidos por ato do Ministério da Integração Nacional.
De acordo com a Emenda do Senador Vital, o vencimento da primeira parcela vencida durante o período da concessão da suspensão fica prorrogado para o mês subsequente ao do término da vigência do ato que declarou a situação anormal decorrente do desastre. Da mesma forma, o vencimento das demais parcelas ocorrerá nos meses subsequentes ao da primeira parcela prorrogada.
O Decreto também prevê que o valor das parcelas vincendas, cujo pagamento foi adiado temporariamente, será obrigatoriamente aplicado em atividades e ações em benefício direto da população afetada pela seca, estiagem prolongada ou outros eventos climáticos extremos.
A nova Lei prevê também que a suspensão do pagamento das parcelas ocorrerá por meio de requerimento do ente político afetado pelo desastre, a ser apresentado na unidade da Secretaria da Receita Federal de seu domicílio tributário.
Prorrogação – A Lei prevê ainda que a suspensão será concedida durante o prazo de vigência do ato publicado pelo Ministério da Integração Nacional. “Na hipótese de prorrogação do prazo previsto no ato original, o ente federado deverá aditar o requerimento com o respectivo ato de prorrogação”, diz a nova Lei.
Porém, de acordo com a Emenda de Vital, a prorrogação não poderá resultar em um prazo total superior a 180 oitenta dias. De acordo com o Senador paraibano, a iniciativa trará benefícios diretos para as cidades que, neste momento, sofrem com as conseqüências da estiagem prolongada, sobretudo na região do semi-árido nordestino.
“Na Paraíba, por exemplo, várias cidades estão em dificuldades para fechar suas contas, por conta de sucessivas reduções nos repasses do FPM. Por outro lado, não vemos ações efetivas do Governo do Estado para atender as necessidades dessas populações que sofrem com a seca. Então, fica difícil para os municípios ter condições, neste momento, de colocar em prática ações próprias de auxílio”, afirmou Vital.
Por isso – prossegue Vital do Rêgo – este decreto visa proporcionar aos Prefeitos das cidades atingidas pelos efeitos da seca um aporte dos recursos que deveriam ser destinados a pagamento de débitos e que, agora, poderão ser investidos diretamente nas ações de auxílio ao combate aos efeitos da seca.

Portal Correio

Bruno e mais quatro réus vão a júri popular por morte de Eliza Samudio nesta segunda (19)


O goleiro Bruno Fernandes de Souza e outros quatro réus começam a ser julgados por júri popular, a partir desta segunda-feira, (19), pelo cárcere privado e morte da ex-amante do jogador, Eliza Samudio, de 25 anos, em crime ocorrido em 2010.
Sete jurados decidirão o destino dos réus no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), no júri presidido pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues. A previsão é que o julgamento dure pelo menos duas semanas
Segundo o Ministério Público, oito acusados, sob ordens de Bruno, participaram do sequestro e desaparecimento da modelo, entre eles a mulher e uma namorada do goleiro. A Promotoria acusa o jogador, que atuava no Flamengo, de ter arquitetado o crime para não ter de reconhecer o filho que teve com Eliza nem pagar pensão alimentícia.
Conforme a denúncia, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para um sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), onde foi mantida em cárcere privado. Depois, a vítima foi entregue para o ex-policial militar Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que a asfixiou e desapareceu com o corpo, nunca encontrado. Bruno e os demais acusados negam.
O bebê Bruninho, que foi achado com desconhecidos em Ribeirão das Neves (MG), hoje vive com a avó em Mato Grosso do Sul. Um exame de DNA comprovou a paternidade.
Do total de nove acusados, dois serão julgados separadamente – Elenílson Vitor da Silva e Wemerson Marques de Souza. Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, foi morto a tiros em agosto. Outro suspeito, Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi absolvido.
Investigações
A polícia encerrou o inquérito com base em laudos que atestam a presença de sangue de Eliza em um carro de Bruno, nos depoimentos de dois primos que incriminam o goleiro, em sinais de antena de celular e multas de trânsito que mostram a viagem do grupo do Rio de Janeiro até Minas Gerais e em conversas de Eliza com amigos pela internet, nas quais relata o medo que sentia.
Eliza também havia prestado queixa contra o atleta quando ainda estava grávida, dizendo que ele a forçou, armado, a tomar abortivos. Ela ainda deixou um vídeo dizendo que poderia aparecer morta se não tivesse proteção.
Apesar de os primos de Bruno terem alterado as versões, os depoimentos devem ser usados pela acusação no júri. Um deles, adolescente à época, já cumpriu medida socioeducativa por atos análogos a homicídio e sequestro. Ele foi o primeiro a delatar o goleiro, confessando ter ajudado Bruno a levar Eliza ao sítio. O jovem contou que a vítima foi entregue a Bola e que ele presenciou a morte. Dias depois, negou tudo.
O outro primo, Sérgio Rosa Sales, ajudou na reconstituição do crime, mas foi morto com seis tiros, em agosto deste ano. Ele também chegou a desmentir as acusações contra o goleiro, mas, em uma carta enviada por ele aos pais, incluída no inquérito, relatou ter sofrido ameaça de outros advogados para alterar o depoimento. À época, o advogado de Bruno, Francisco Simim, negou qualquer pressão.
Confronto de versões
Defesa e acusação devem apresentar seus argumentos para tentar convencer os jurados em mais de vinte horas de debates. Antes, serão ouvidas 30 testemunhas, seguidas pelo interrogatório dos réus, que têm o direito de permanecer em silêncio. Desde o início das investigações, em junho de 2010, todos negam o crime, mas, a cada troca de advogados, as declarações dos principais acusados mudaram.
Na primeira versão sobre o caso, ao ser questionado sobre a denúncia anônima afirmando que Eliza havia sido morta, o goleiro disse que ela deixou o filho com Macarrão, o amigo a quem chamou de "funcionário", e que não a via havia dois meses. Mais tarde, seria divulgada a tatuagem do amigo do goleiro: "Bruno e Maka. A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir, amor verdadeiro".
Bruno e Macarrão acabaram condenados pela Justiça do Rio em outro processo por cárcere privado e sequestro de Eliza. Naquele julgamento, em novembro de 2010, o goleiro disse que havia mentido na primeira declaração a jornalistas e que encontrou Eliza no sítio. Em recurso, a Justiça do Rio reduziu a pena para 1 ano e 2 meses, e o caso foi extinto.
Em março deste ano, o novo advogado de Bruno, Rui Pimenta, afirmou que o goleiro admitiria no júri que Eliza está morta e que Macarrão teria tomado a decisão de matar a jovem. Reportagem da revista "Veja", em julho, afirmava que Bruno teria mandado uma carta para Macarrão usar o "plano B", que seria assumir a culpa sozinho. A defesa de Bruno confirmou a carta. A defesa de Macarrão nega esta versão, e a de Bola a classifica como "suicida".

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O mesmo advogado agora afirma que Bruno vai negar a morte de Eliza. "É ficção", disse ao "Fantástico", no último dia 11 de novembro.
De posse de todos os depoimentos e provas apresentadas no julgamento, os jurados devem se reunir em uma sala secreta para definir o veredicto para cada um dos réus. Se considerados inocentes, saem livres do fórum. Se culpados, as penas podem ultrapassar os 35 anos de prisão.
Pelo Código Penal brasileiro, ninguém permanece preso por mais de 30 anos. Com 2/5 de pena cumprida, por se tratar de crime hediondo, os réus podem pedir progressão para o regime semiaberto, que deve ser decidida pelo juiz com base no comportamento e antecedentes.
G1

sábado, 17 de novembro de 2012

Acusado de porte de drogas pede tempo para ‘baseado’ a juíza nos EUA


Damaine Mitchell pediu um ‘baseado’ para a juíza nos EUA (Foto: Reprodução)
Um americano acusado de porte de drogas pediu para a juíza tempo para fumar um baseado durante seu julgamento nesta quarta-feira (14), relata a KSDK.
Damaine Mitchell, 19, foi detido em junho após ser flagrado vendendo maconha em um estacionamento em Westwood, Ohio.
A juiza Melba Marsh disse a ele durante o julgamento nesta quarta que considerava não prendê-lo caso ele parasse de fumar maconha. Ele teria que fazer um programa de reabilitação, mas não teria registro na ficha criminal. Em resposta, Damaine disse que "Isso vai ser muito difícil, para ser sincero".
Ela insistiu, falando que ele teria que fazer um exame toxicológico em abril do ano que vem. Ele continuou negando, e ela tentou negociar adiantando a data do teste para a Páscoa, Ano Novo e até Natal deste ano.
Ele disse que seria muito difícil e perguntou se seria possível ter "um tempinho" para mais um baseado, segundo a emissora.
A juíza negou o "pedido" imediatamente e marcou uma nova audiência para a semana que vem. Em entrevista ao jornal depois da sessão, ela contou que foi a primeira vez que ouviu um pedido destes.
G1

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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