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UM GIRO NO NORDESTE

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Restaurante instala espelho para homens ‘espiarem’ banheiro feminino



Enquanto mulheres veem seu próprio reflexo, homens podem ‘espionar’ o outro banheiro (Foto: Reprodução/Geekologie)

Intitulado como um “restaurante experimental de sushi”, o “Dots” chamou a atenção da mídia em Viena, na Áustria, ao instalar um espelho especial entre os banheiros masculino e feminino. Contudo, enquanto as mulheres enxergam normalmente seu próprio reflexo, os homens tem uma visão completa do outro cômodo.
De acordo com o site “Geekologie”, os homens conseguem ver todo o banheiro feminino, com exceção, claro, das cabines utilizadas pelas clientes. De acordo com o artista Alexander Riegler, durante uma entrevista à “Rádio Viena”, a intenção do projeto é “explorar o conceito de voyeurismo nos tempos modernos”.
O porta-voz do restaurante disse que 95% dos clientes acham que o estabelecimento é engraçado. A partir de janeiro do ano que vem, o estabelecimento pretende inverter o espelho, para que as mulheres possam bisbilhotar o que os homens fazem enquanto vão ao banheiro.
G1

Nudistas protestam em San Francisco contra lei que quer restringir nudez



Nudistas protestaram na terça-feira (30) em San Francisco. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Nudistas protestaram na terça-feira (30) em San Francisco, no estado da Califórnia (EUA), contra uma proposta do supervisor Scott Wiener que quer restringir a nudez pública na cidade.

Grupo é contra lei que quer restringir a nudez pública na cidade. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Grupo é contra lei que quer restringir a nudez pública na cidade. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Mulher fez topless durante o protesto. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Mulher fez topless durante o protesto. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

G1

Ação prende grupo criminoso chefiado por detento, diz polícia



Integrantes de uma quadrilha suspeita de tráfico de drogas e homicídios foram detidos nesta quarta-feira (31) no município de Mari, zona da Mata paraibana, durante uma operação da Polícia Civil. De acordo com a polícia, o grupo é responsável por 36 homicídios cometidos entre 2011 e 2012. O delegado Reinaldo Nóbrega explicou que o chefe da quadrilha está detido, mas continua comandando o grupo de dentro de um presídio na capital.
O G1 tentou entrar em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária, mas as ligações não foram atendidas.
O delegado Hugo Barreto, o regional da 10ª Delegacia de Polícia Civil, explicou que após quatro meses de investigação foi desencadeada nesta quarta-feira a Operação Halloween, que conta com 44 policiais, e tem como objetivo cumprir dez mandados de prisão e de busca e apreensão. Até as 6h30, onze pessoas haviam sido presas, sendo oito homens e três mulheres. Dois adolescentes também foram detidos.
O chefe da quadrilha é, segundo o delegado Reinaldo Nóbrega, um detento do Complexo Penitenciário Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB 1 em João Pessoa. De acordo com o delegado, o homem foi preso no dia 29 de setembro, mas continua comandando o grupo de dentro do presídio com o uso de celular.
José Hildebrando Targino da Silva, de 35 anos, mais conhecido como Bizoga, é apontado pela polícia como mandante de vários crimes na região da Zona da Mata. Pelo menos 36 homicídios foram atribuídos ao suspeito e, segundo a Polícia Civil, os crimes encomendados eram motivados por dívidas quanto ao pagamento das drogas e para evitar concorrência na comercialização. O comando do suspeito era exercido por telefone, de acordo com as investigações.
A polícia informou que chegou até ele depois de prender um de seus compassas no dia sete de setembro. Ele seria um dos pistoleiros oficiais do Bizoga e teria matado 13 pessoas a mando do chefe, segundo a polícia. O grupo teria participado do esquartejamento de dois irmãos em no dia 29 de julho em Mari. O delegado Hugo Barreto disse que há quatro meses está investigando o grupo e que alguns dos integrantes foram detidos durante outras operações.
Drogas e armas foram apreendidas com os suspeitos. Eles foram encaminhados para Delegacia em Itabaiana e em seguida serão levados para presídios em João Pessoa. Eles vão responder por crimes como tráfico de entorpecentes e homicídios.
Do G1 PB

Polícia Federal incinera 410 kg de drogas



Pelo menos 410 kg de crack, cocaína e maconha foram incinerados nesta terça-feira (30) pela Polícia Federal em João Pessoa. As drogas são o resultado de operações e apreensões feitas pela PF em 2012, de acordo com a assessoria. (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Drogas são o resultado de operações e apreensões feitas em 2012, diz PF.
Incineração aconteceu no bairro Ilha do Bispo, em João Pessoa.
A Polícia Federal incinerou nesta terça-feira (30) 410 kg de crack, cocaína e maconha. As drogas são o resultado de operações e prisões feitas pela PF em 2012, de acordo com a assessoria. (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
A incineração aconteceu no bairro Ilha do Bispo, em João Pessoa. Para a segurança do evento foram escalados 40 polciais, ainda de acordo com a assessoria da instituição.
(Divulgação/Polícia Federal)
Do G1 PB

Tempo de prisão de Valério é maior que o do casal Nardoni e de Suzane Richthofen



Agência Brasil
Valério foi condenado a 40 anos de prisão

Apesar de responder por crimes que não são considerados hediondos (com maior poder ofensivo e que causam maior aversão à coletividade), como corrupção ativa, passiva, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, o tempo de prisão provisório estipulado para o publicitário Marcos Valério, durante o julgamento do mensalão , já é maior que a de réus condenados por assassinatos que chocaram a opinião pública brasileira como as imputadas contra o casal Nardoni, Suzane von Richthofen e Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho.
Até o momento, Valério foi condenado a 40 anos, um mês e seis dias de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Supremo pretende aumentar o tempo de prisão contra o publicitário condenado por ser o operador do mensalão, visto que as penas bases foram estabelecidas próximas do mínimo, o que pode comprometer a análise de dosimetria dos outros 24 réus condenados pelo Supremo.
Alexandre Nardoni, condenado por ter matado a filha de 5 anos, Isabella Nardoni, por exemplo, foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão homicídio triplamente qualificado no crime cometido em março de 2008. Anna Carolina Jatobá, madrasta da criança, também foi condenada por participação no crime a 26 anos e 8 meses. Alexandre ainda foi condenado a mais oito meses por fraude processual. O júri entendeu na época que Alexandre Nardoni e Carolina Jatobá asfixiaram e jogaram Isabela do sexo andar onde o casal morava. Em comparação com a pena de Marcos Valério, a do casal Nardoni é dez anos menor.
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AE
Casal Nardoni, condenado pela morte de Isabela, cumprem uma pena de prisão menor que a do operador do mensalão
A pena do publicitário também já é superior à imposta contra Suzane von Richthofen, condenada em 2006 a 39 anos e seis meses de prisão pelo assassinato dos pais, a pauladas, em outubro de 2002. O júri entendeu que Suzane orquestrou a morte dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen, com a ajuda de Daniel Cravinhos de Paula e Silva, então namorado da jovem, e de Cristian Cravinhos de Paula e Silva. Daniel foi condenado a 39 anos e seis meses de prisão, e Cristian, a 38 anos e seis meses.
Já Chico Picadinho foi condenado a 30 anos de prisão pelo homicídio e esquartejamento de duas mulheres. Uma em 1966 e outra nos anos de 1970. Ele esquartejava as vítimas com objetos simples como tesouras, facas e lâminas de barbear.
A alta pena contra Marcos Valério pode ser explicada porque, dos 25 réus condenados no julgamento do mensalão, ele é aquele com maior número de imputações. Valério foi condenado por três atos de corrupção ativa, dois de peculato, um de lavagem de dinheiro, outro de evasão de divisas e outro de formação de quadrilha. Em setembro, o réu encaminhou um pedido de proteção ao Supremo pois acredita que corre risco de morte. Quando ele foi preso em 2011, em Minas Gerais, acusado de falsificação de documentos, chegou a ser agredido por colegas de cela.
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AE
Suzane, em foto de 2006, foi a 39 anos de prisão por matar os pais em 2002
O professor da de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Pedro Abramovay, ex-secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, afirma que as penas impostas contra Marcos Valério suscitam uma grande dúvida: “O STF está revertendo uma tendência ou está aplicando casuisticamente penas mais altas em função da repercussão do caso?”. “Há pouquíssimas pessoas presas por corrupção no Brasil. Ou seja, não é comum que se apliquem penas tão altas”, afirma o professor.
“Acho que há uma outra comparação que é o furto. A pena de furto é mais baixa do que a pena de corrupção, mas se há poucas centenas de pessoas presas por corrupção, há cerca de 70.000 presas por furto. Isso significa que ainda há uma cultura de prisão mesmo por crime não violentos, mas essa cultura é muito mais forte em crimes cometidos pelos mais pobres, como o furto”, complementa.
Já o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defendeu o publicitário Duda Mendonça, absolvido no julgamento do mensalão , afirmou que existe uma distorção entre as penas que o Supremo Tribunal Federal vem imputado nesse momento e o que de fato pode ser aplicado pela lei de execuções penais. Segundo ele, essas penas altíssimas poderiam ser convertidas em ações mais efetivas, como uma “ação pecuniária forte”, por exemplo. “As penas altíssimas não servem a ninguém e passam a falsa sensação de que o Supremo está mudando o país. Nada justifica uma pena como essa”, criticou o advogado. “Hoje, o que passa a sensação de impunidade são os homicídios não esclarecidos. Hoje, cerca de 90% dos assassinatos não são esclarecidos. Isso é que deveria ser mudado”, complementou.
iG Brasília

Brasil tem um policial assassinado a cada 32 horas



Um policial é assassinado a cada 32 horas no país, revela levantamento feito pela Folha nas secretarias estaduais de Segurança Pública.
De acordo com esses dados oficiais, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano no Brasil, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga.
O número pode ser ainda maior, uma vez que Rio de Janeiro e Distrito Federal não discriminam as causas das mortes de policiais fora do horário de expediente. O Maranhão não enviou dados.
São Paulo acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, sendo 88 PMs. E só 5 deles estavam trabalhando. O Estado concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes desses profissionais em 2012.
Pará e Bahia aparecem empatados em segundo, cada um com 16 policiais mortos.
Para Camila Dias, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o número é elevado. "Apenas para comparação, no ano de 2010 foram assassinados 56 policiais nos EUA."
Segundo ela, a função desempenhada pelos policiais está relacionada ao alto número de mortes, mas em São Paulo há uma ação orquestrada de grupos criminosos, que leva ao confronto direto com a Polícia Militar.
Os PMs foram as principais vítimas, no Brasil e em São Paulo: 201, ante 28 civis.
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VULNERÁVEL
Para a pesquisadora da USP, a maioria dos policiais é morta durante a folga porque está mais vulnerável e a identificação dos atiradores é difícil.
Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública, diz que os dados revelam uma "caça" a policiais.
Segundo ele, trata-se de um fenômeno recente, concentrado principalmente em São Paulo numa "guerra não declarada" entre PMs e chefes da facção criminosa PCC.
Cabe à polícia, diz Mingardi, identificar os mandantes e a motivação dos crimes para evitar uma matança após a morte de um policial.
Muitos dos policiais morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado bico. "A minha responsabilidade é com o policial em serviço", diz o o secretário de Defesa Social (responsável pela segurança pública) de Pernambuco, Wilsom Sales Damásio, onde morreram 14 policiais neste ano.
Em vários Estados, os policiais reclamam de falta de assistência. "Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa", afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo.
folhaonline

Jovem é assassinado após tiroteio em campo de futebol no Sertão



Créditos: Folha do Sertão

Um jovem foi assassinado na noite desta terça-feira (30) após um tiroteio em um campo de futebol no município de Sousa (427 quilômetros da Capital), localizado no Sertão do Estado.
Pedro Faustino de Sousa, 25, conhecido como “Negro Preto” foi assassinado por dois homens em uma motocicleta Bros de cor preta. Ele estava jogando bola em um campo de futebol quando os acusados chegaram atirando. Durante o tiroteio Marcos Antônio Rodrigues Pereira, 24, também saiu ferido com um tiro de raspão no peito e assustado fugiu.
Pedro Faustino morreu no local com vários tiros pelas costas. Já a vítima que conseguiu escapar do tiroteio está prestando esclarecimentos na delegacia de Sousa ao delegado Luis Pereira.
Já os acusados após praticarem o crime fugiram na motocicleta.
Jornal Correio

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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