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UM GIRO NO NORDESTE

domingo, 12 de maio de 2013

FORRÓ DA JACUTINGA TERMINA COM CINCO PESSOAS BALEADAS DURANTE FESTA


O público curtia as apresentações das bandas Cheiro de Amor, Limão com Mel, Mastruz com Leite, Trio da Huanna e Black Style quando começou o tiroteio.

Cinco pessoas, entre elas um policial militar, foram baleados em uma festa, na madrugada deste domingo (12), em Itabuna, no sul da Bahia. O crime ocorreu na área externa do parque Espora de Ouro, onde ocorria o Forró da Jacutinga, por volta de 2h30.

O policial militar Márcio José Silva Guimarães, 36 anos, foi baleado na perna esquerda; Larissa Oliveira Palmeira, 19, foi atingida na barriga; Carla Costa Ribeiro, 23, levou um tiro nas costas; Wilson Meneses Alvarenga Neto, 31, foi atingido em uma das pernas; e o mototaxista Cleiton Luiz Santos Lima, 25, levou dois tiros no pescoço e nas costas. 

Os atiradores fugiram após os disparos por uma localidade conhecida como Gogó da Ema. Policiais do 15ª Batalhão da Polícia Militar (BPM/Itabuna) fizeram buscas na região, mas não encontraram nenhum suspeito. 

De acordo com a delegada Sione Porto, titular da 1ª Delegacia de Itabuna, a suspeita inicial é de que Cleiton Luiz era o alvo dos bandidos. "O que nós temos conhecimento é de que os disparos seriam para o mototaxista. As outras pessoas foram atingidas por bala perdida", diz. 

As vítimas foram levadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna.

Correio da Bahia / Pesquisa: Carlino Souza

FELIZ DIA DAS MÃES


Muito obrigado a todas as mães que sabem gerenciar como ninguém o mundo louco de suas crias e desenvolver com louvor o item básico de sobrevivência para nos mortais - A arte do amor incondicional.


Flavio Leone  
Mãe com seus filhos, quadro do pintor francês William-Adolphe Bouguereau

A origem do “Dia das Mães”, data do início do Século XX, por meio de um drama vivido por Anna Jarvis, uma jovem dos Estados Unidos que perdeu sua mãe e entrou em estado de depressão. Suas amigas, para consolar a jovem, resolveram então promover uma grande festa onde seriam homenageadas todas as mães, vivas e mortas. Com isso, a festa se espalhou pelo país e foi instituída nos Estados Unidos pelo presidente Woodrow Wilson no dia 9 de Maio.
A festa em homenagem às mães se propagou rapidamente por todo o mundo, sendo festejada sempre no mês de maio. Em Portugal, o “Dia das Mães” é festejado no primeiro domingo do mês e no Brasil é comemorada no segundo domingo.

Mãe tem uma profissão por natureza: é sábia! Em torno dela, o clã molda seus valores espirituais e humanos. Dela, fez-se o prisma sagrado da família de onde dividem-se os feixes de luz para o universo, afinal, todas os corações de mães do mundo, unidos, fazem suportáveis as dores e agruras da vida terrena.
Quando Deus disse “Que se faça a Luz!”, provavelmente fez nascer a Mãe de Si mesmo. E o incriado então compreendeu a naturalidade e a beleza do ato do nascimento. Vendo-se como Criatura, sorriu com certeza ao ver diante de si que o próprio Universo desenvolve-se pelo encontro dos astros em explosões de luz. Até as estrelas são mães.
Mãe é protagonista e não figurante. A novela que sua vida desenvolve tem capítulos às vezes de fatos dramáticos, outras de exultante euforia. Sofre em silêncio perante os atos de incompreensão, mas sua compaixão é humana, seu perdão é divino, seu coração é transcendente.
Seja ela mãe idosa que já sente a contagem regressiva do fechar de cortinas do seu script no palco da existência; seja ela a jovem mãe, muitas vezes menina profanada e tolhida de viver uma infância como todas as demais, quando passa a ter nos braços não a boneca que embala sua inocência, mas um novo ser saído de seu ventre, e que a torna santa.
A mãe de numerosa prole, a mãe que enfrenta a cruel indiferença dos poderes constituídos, que busca água nos açudes, que reza pela colheita, e planta pela sobrevivência de seus pequenos rebentos. Que chora quando os filhos pedem mas a panela está vazia .
Mãe que é avó e são chamadas “mães duas vezes”. Infinitas são as ocasiões em que estão próximas dos netos, participando ativamente de sua educação. Por outras vezes, assumem diretamente, no lugar da filha ausente ou falecida, acolhendo os netinhos como seus filhos. Que coração é esse que suporta tanta dor e ainda consegue bater em favor da vida de outros?
Mãe nobre, que exerce com sabedoria a criação de seus filhos e ainda encontra um tempo para, em seus atos sublimes de filantropia e amor materno-universal, ajudar outras mães menos favorecidas pela sorte.
Mães negras, índias, brancas, orientais, mãe adotiva, de todas as religiões, de todas as cores e luzes, de todos os universos, de todos os sonhos, de todos as experiências, de todas as necessidades, de todas as missões, de todos os filhos, mãe de todos os dias.
Claro, pois assim como em todas as manhãs temos o Sol nascendo no Leste, todos os 365 dias do ano são “Dias das Mães”.

Postagem - Flavinho Leone

Empresário russo quer transferir cérebro para robô e ser imortal


Iniciativa 2045 desenvolveu o ‘androide mais humano do mundo’ (Foto: Reprodução/Dmitry Itskov/Facebook)
Um empresário russo criou “o androide mais humano do mundo” como parte de um projeto que pretende criar um avatar que eternizaria a vida humana. O robô será apresentado oficialmente durante um congresso em junho, mas já há fotos do protótipo no Facebook.
Dmitry Itskov é o idealizador da Iniciativa 2045, projeto cujo objetivo é desenvolver a interface cérebro-máquina para que o ser humano seja capaz de controlar robôs – e até hologramas – à distância, somente com seus sinais neurais.
Cientistas de diversas origens compõem o grupo que trabalha nas pesquisas. Os representantes da equipe, formada em 2011, já enviaram até uma carta aberta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pedindo apoio às pesquisas.
Dmitry Itskov (Foto: Reprodução/Dmitry Itskov/Facebook)
Dmitry Itskov (Foto: Reprodução/Dmitry Itskov/
Facebook)
As tecnologias desenvolvidas pela iniciativa, segundo definição do próprio grupo, têm como objetivo “a transferência da personalidade de um indivíduo para um portador mais avançado não-biológico, e a extensão da vida, incluindo a questão da imortalidade”.
Em outras palavras, a ideia do empresário é transferir seu cérebro para um androide e, através dele, viver para sempre.
O robô que será apresentado em 15 de junho em Nova York é uma réplica exata da cabeça de Itskov. Até 2020, segundo o cronograma do projeto, o objetivo é fazer com que uma pessoa conecte seu cérebro a uma máquina e possa controlar o robô remotamente. Isso seria útil para situações em que é necessário agir com precisão, mas em que não é seguro ir pessoalmente – conter um acidente em usina nuclear, por exemplo.
É uma linha de pesquisa que lembra a do prestigiado neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Recentemente, a equipe de Nicolelis conseguiu criar o “tato virtual” em macacos e conectousinais cerebrais de roedores em continentes diferentes. O trabalho do brasileiro, no entanto, é mais voltado à recuperação de pessoas com restrições de mobilidade e não tem a imortalidade como um objetivo.
G1

Carro entra dentro do outro em acidente


Veículo pequeno ficou totalmente destruído com a batida (Foto: Essen Pinheiro de Melo)
Um acidente a 50 quilômetros do município de Rorainópolis, sul de Roraima, deixou três mortos, nesta sexta-feira (10), por volta das 17h, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Equipes da PRF do Amazonas e do Corpo de Bombeiros de Roraima atenderam à ocorrência. De acordo com a Polícia Militar de Rorainópolis, a batida entre os veículos aconteceu na BR- 174, próximo ao rio Itã.
Ainda de acordo com a PM, os ocupantes do veículo de passeio estavam indo para a casa de familiares que moram na vicinal 14, região de Rorainópolis. Três ocupantes morreram no local e um está em estado gravíssimo. O motorista da caminhonete, um policial militar, teve ferimentos leves.
Acidente aconteceu no fim da tarde desta sexta-feira (10) (Foto: Essen Pinheiro de Melo)
Acidente aconteceu no fim da tarde desta sexta-feira
(10) (Foto: Essen Pinheiro de Melo)
Segundo testemunhas que passaram pelo local, uma caminhonete e um carro de passeio bateram de frente. Elas não souberam dizer como ocorreu o acidente.
"Em razão da dificuldade geográfica e da falta de sinal de telefone, ainda não tivemos contato com os policiais do Amazonas que estão no local. Eles apenas nos informaram que iriam atender à ocorrência ", informou um policial rodoviário que conversou comG1.
A Polícia Militar de Rorainópolis confirmou que as equipes ainda estão no local e que a vítima foi levada ao hospital mais próximo. "O local está isolado e o Instituto Médico Legal já foi acionado", disse o aspirante Roni Von.
Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal.

Na Legião Estrangeira, ex-soldados do Brasil combatem rebeldes no Mali


Estão voltando ao Brasil na primeira quinzena de maio, para passar as férias com a família, soldados brasileiros que integram a Legião Estrangeira e que, a serviço da França, participaram da Operação Serval, como foi denominada a intervenção militar francesa realizada em janeiro com apoio dos Estados Unidos para recuperar regiões dominadas por rebeldes islâmicos no Mali.
Na foto, 12 brasileiros, integrantes da 2ª e da 3ª companhias do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas, na base de Tessalit, montada durante a Operação Serval (Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)mapa mali (Foto: Arte G1)
Pelo menos 12 brasileiros, a maioria ex-integrantes do Exército do Brasil, fazem parte da 2ª e da 3ª companhia do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas (2ºREP) da Legião Estrangeira, tropa que integra o Exército da França e é especializada em combate em áreas de montanha e combate anfíbio.
Alguns chegaram ao Mali em 28 de janeiro, participando da invasão a Timbuktu (Tombuctu ou Tombouctou, em francês), capital da região norte do país e que estava ocupada há nove meses pelo grupo jihadista Al-Qaeda do Magreb Islâmico.
A França iniciou em janeiro uma intervenção militar no Mali, que é ex-colônia francesa, para tentar impedir que grupos rebeldes islâmicos que controlam o norte do Mali assumam o controle de todo o país. O G1 questionou a Legião Estrangeira sobre a presença dos brasileiros nas operações, mas não recebeu retorno.
Após três meses de combate no Mali, eles retornaram à base da Legião em Calvi, na Córsega (França), em 20 de abril. “Antes, tiramos uma foto em frente a um helicóptero Tigre com a bandeira do Brasil na base militar de Tessalit (área retomada pela França do controle rebelde, no norte do Mali)”, disse o carioca Diego Gonzales, de 26 anos, legionário há 6 anos.
“Consegui com a Legião o que queria: ser paraquedista, ser atirador de precisão e ir para a guerra. A Legião nos dá a oportunidade de viver a vida diferente, ver o mundo de outra forma. Aprendi muito e consegui ganhar dinheiro e economizar, comprar uma casa em Minas Gerais”, explica ele.
Gonzales era soldado do 10° Batalhão de Infantaria do Exército, em Juiz de Fora (MG), quando decidiu largar o emprego e rumar para Aubagne (sul da França), onde o Ministério da Defesa faz o recrutamento e os candidatos selecionados fazem um treinamento preliminar de 15 semanas. “Por que eu fui para a Legião? Porque eu gosto do difícil e não me realizei aqui no Brasil. Queria mais perigo e vivenciar uma guerra real. Sou sem limites. Com certeza, valeu à pena”, diz.
Considerada um corpo de elite do Exército da França, a Legião é composta por homens estrangeiros, com idades entre 17 e 40 anos, que assinam um contrato de 10 meses de duração para combaterem em nome da França. Os salários variam entre R$ 3.145 e mais de R$ 11 mil mensais, dependendo das qualificações que possui e se está participando de uma operação no exterior.Brasileiros participam de operação no Mali (Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Carioca, Diego Gonzales é atirador de precisão e atuou no
Mali pela França (Foto: Arquivo Pessoal)
“Estávamos em treinamento no Gabão quando tivemos que ir apoiar uma intervenção na República Centro Africana. Voltamos para o Gabão assim que a situação se estabilizou e faltavam apenas 22 horas para voltar para a França para um período de descanso, após 3 meses e meio direto em operações, quando nos mandaram para o Mali. Foi tudo muito corrido”, relembra.
O legionário diz que, sob estresse e sendo alvo de tiros, não consegue perceber os riscos que está enfrentando. “Só me dou conta do que passei depois, quando a situação acalma. Quando você está atirando ou sendo alvo de tiros, entra na adrenalina. Na hora, acho até engraçado estar sob fogo”, relembra.
Gonzales, que é sniper (atirador de precisão), usou no Mali um fuzil Famas 5.56 mm e um rifle francês a12,7mm antiaéreo, capaz de abater aviões e destruir carros blindados. A arma pesa 13,8 kg e atinge um alvo a até 2 mil metros.
“Em um dos momentos, quando os jihadistas estavam atirando contra nós, eu continuei andando e rindo, como se nada houvesse. O único momento em que lembro que senti medo e abaixei a cabeça, com preocupação, foi quando escutei dois tiros com um intervalo entre eles. Achei que poderia ser um sniper (atirador). E neste dia eu não estava com meu rifle de precisão por burrice mesmo do meu chefe, que era inexperiente e deu a ordem para não levá-lo naquela missão”, diz o soldado.
Ele visitou a mãe na Bélgica e chega ao Brasil no início do mês para passar uns dias com a namorada, no Rio de Janeiro, rever avós, tios e primos em Minas Gerais.Brasileiros participam de operação no Mali (Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Brasileiros usam fuzil Famas e rifle antiaéreo no Mali
Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Da cozinha do quartel à guerra
Após trabalhar por dois anos na cozinha da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (Espcex), em Campinas (SP), o soldado Pascoal (nome ficíticio), de 23 anos, ingressou na Legião também buscando viver experiências reais de combate.
Natural de uma cidade do interior de São Paulo (o nome não é divulgado para não identificar o soldado), ele trabalhava “lavando pratos” no Exército e ingressou na Legião Estrangeira “pela adrenalina de poder estar em uma guerra e também por dinheiro”.
O jovem chegou ao Mali em fevereiro, por terra, dias após a tomada de Tombuctu para atuar em Tessalit. “A minha primeira missão foi a que mais teve tiroteio. Mas me diz: qual jovem, que é soldado, não gostaria de participar de uma aventura como esta? A maioria dos jovens na minha idade procura isso que vivi. Perto da situação financeira que eu tinha no Brasil, não temos do que reclamar. Além de conhecermos muitos lugares pelo mundo”, disse Pascoal aoG1.
“Não tínhamos o direito de prender rebelde. O governo local é que prendia. A nossa missão era de atirar e recuperar a área, porque havia muitos riscos. Houve baixas, inclusive perdemos alguns dos nossos”, afirma. Pascoal é infante da 3ª companhia do 2º REP – a primeira patente funcional na Legião – e carrega um fuzil francês Famas de calibre 5.56 e uma bazuca de AT-4, arma usada contra tanques e prédios.
Assim como outros legionários que conversaram com a reportagem, ele pediu para não ser identificado para não expor a família e temendo alguma punição, devido às restrições de relatar operações.
“Eu falo para minha família que só faço a guarda do quartel, que não enfrento rebelde de verdade. Daí eles não ficam preocupados”, diz.
“Ração ruim, falta de banho, distância dos amigos e da família são coisas que enfrentamos e que é adaptável quando se está em combate. É o preço que pagamos para se engajar em área de combate. Se não gosta, desertar não dá. O Mali já é um deserto, já estamos no meio de um deserto. Então, se enfrenta”, brinca o infante.Brasileiros participam de operação no Mali (Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Diego Gonzales (o segundo, agachado, da direita para a
esquerda) e outros brasileiros em Tessalit, no Mali
(Foto: Diego Gonzales/Arquivo Pessoal)
Caindo de paraquedas no inimigo
Outro que realizou um sonho na guerra no Mali foi o ex-soldado do Exército Irineu (nome fictício), de 31 anos.
Com especialização de Comandos no Brasil, o curso que prepara tropas especializadas para as mais diversas situações, e tendo atuado em Goiânia (GO) na Brigada de Operações Especiais, a tropa de elite do Brasil, Irineu pertence à 2ª Companhia do 2º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas e chegou a Tombuctu de paraquedas, realizando um salto em alta altitude, sem que as pessoas em terra consigam ver a aeronave, e chegando ao combate em meio ao território inimigo.
Ele fez parte do grupo que tomou Tombuctu da Al-Qaeda.
“Tomamos a cidade em mais de 15 horas de combate após chegar a terra. E o melhor é que chegamos saltando. Um salto operacional não tem preço, é o sonho de todo combatente. Nos preparamos a vida inteira para isso”, diz Irineu, que está na Legião há 6 anos.
No grupo de Irineu havia também Juliano (nome fictício), que também é Comandos do Exército brasileiro e se juntou à Legião Estrangeira há 5 anos.
“Você vê as noticias da guerra e não sabe o que é a realidade. Fazer a barba numa lata de água, comer ração por semanas, isso já faz parte da nossa rotina. É coisa normal. O difícil é a distância da família, ficar dias sem ter acesso à internet, telefone, não saber o que pode acontecer no dia de amanhã”, diz ele, que também possui familiares e amigos em Goiânia.
G1

Justin Bieber é odiado pelos americanos



Uma pesquisa realizada pela Public Policy Polling revelou que os americanos não gostam de Justin Bieber. O pop star é visto pelo público de forma mais negativa do que outros grandes nomes da música.
Os pesquisadores perguntaram se os entrevistados tinham uma visão negativa ou positiva dos astros da música e Bieber teve 54% de respostas negativas.
Sendo Bieber a pessoa com maior número de seguidores no Twitter, ele destronou Lady Gaga em janeiro, o resultado da pesquisa foi uma surpresa.
Esse resultado pode ser uma resposta às recentes polêmicas em que Bieber se envolveu, nos últimos meses, entre elas a de ter escrito no livro de visitantes do museu Anne Frank, vítima do holocausto, que se a adolescente fosse viva, seria uma Belieber.
Mas Bieber pode respirar aliviado. Chris Brown é ainda mais odiado do que ele. O cantor, que perdeu o respeito do público após espancar sua namorada Rihanna, em 2009, é visto de maneira desfavorável por 57% dos pesquisados.
Entre aqueles que contam com a visão positiva do público estão Adele, com 54% de respostas favoráveis, Taylor Swift, 53%, Justin Timberlake, 52%, e Beyoncé, 51%.
Jay-Z dividiu opiniões: 25% o veem de forma favorável enquanto 44% o fazem de forma negativa.
O fuxico

Pode acreditar. Feliciano, ele mesmo, para presidente da República


Marco Feliciano (PSC-SP) (Foto: Reprodução Google)
Quando o vice-presidente do Partido Social Cristão (PSC), Everaldo Pereira, veio a Pernambuco para nomear Lula Cabral novo presidente estadual da sigla, Everaldo revelou que a exposição do partido causada pela superexposição de Marco Feliciano (PSC-SP) fez a sigla "aspirar sonhos maiores".
Após a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal ser "dominada" por parlamentares-pastores evangélicos, o PSC passou a aspirar a Presidência da República. Adivinhem quem é o nome favorito.
Na coluna de Cláudio Humberto desta sexta-feira.
Achou pouco?
A Executiva do PSC discutirá na terça (14), em Brasília, o lançamento do deputado Marco Feliciano, ele mesmo, à sucessão de Dilma, em 2014.
Fonte: Blog de Jamildo

Alceu Valença: “As fuleiragens estão acabando com a música brasileira”


Em 40 anos de carreira, o cantor, compositor, ex-jornalista e atual cineasta Alceu Valença está certo de que a "fuleiragem music", apelido que ele deu para a música pop, leva a música brasileira a um caminho complicado. "O Brasil vai muito bem de uma maneira geral, mas a música brasileira atravessa uma fase perigosa", sentencia em entrevista ao iG .
Há 12 anos, o artista pernambucano investe no filme "A Luneta do Tempo" como roteirista, produtor musical e diretor. "Quando decido fazer alguma coisa, vou fundo, entro de cabeça, trabalho com obstinação", explica sobre o longa de levada autobiográfica com previsão de lançamento para o segundo semestre. Ainda para o cinema, Alceu prepara um documentário sobre sua carreira "marginal e contestadora" durante os anos 70.
Alceu Valença encerra tributo a Luiz Gonzaga em São Paulo. Foto: Augusto Gomes
9/9
Atualmente, ele fez shows no Sesc Belenzinho, em São Paulo, para gravação do DVD do álbum "Vivo!", lançado originalmente em 1976. O último show acontece neste sábado (11), às 21h30. "É um álbum metafórico, com forte conteúdo político e um certo apelo contracultural", define o cantor.
iG: Tocar o disco "Vivo!" na íntegra te traz quais lembranças?
Alceu Valença: Esse disco representa um momento muito especial na minha carreira. É um álbum metafórico, com forte conteúdo político e um certo apelo contracultural. Como disse um jornalista americano, "é um rock que não é rock". O show original aconteceu logo depois de eu ter participado do festival Abertura, da TV Globo, em 1975, com “Vou Danado Pra Catende”. Fizemos temporadas no Rio de Janeiro e depois viemos para São Paulo.
iG: Você concorda que este é o seu trabalho mais clássico para gravação do DVD?
Alceu Valença: Recentemente, fizemos uma pesquisa em meu site e o show que os internautas elegeram como aquele que eles mais gostariam de rever foi justamente o “Vivo!”. Mas o show em seu formato atual tem outras músicas dos anos 70, de discos como “Molhado de Suor” e “Espelho Cristalino”, além de “Tropicana”, “Anunciação”, “Belle du Jour” e “Táxi Lunar”, que não podiam ficar de fora.
iG: Qual você acha que foi sua maior contribuição artística para o Brasil?
Alceu Valença: Acho que contribuo, sobretudo, através da integridade, da atitude de jamais fazer concessões para o sucesso fácil, para as jogadas meramente comerciais. Minha principal contribuição é fazer sempre uma arte absolutamente verdadeira.
iG: Como aconteceu a ruptura de sua antiga vida de jornalista para a carreira musical?
Alceu Valença: Me formei na Faculdade de Direito do Recife, mas exerci a profissão por pouco tempo. Em seguida, estagiei como jornalista nas Revistas Bloch e na sucursal do Jornal do Brasil, em Recife, pois ainda não havia a exigência do diploma. Queria ser cronista, como Rubem Braga, mas quando ainda estava nas redações surgiu a lei que obrigava o sujeito a ter diploma para escrever em jornais e revistas e eu abandonei o ofício. Pouco depois, comecei a despontar em festivais, fui para o Rio tentar a carreira de artista.
iG: Em 2009, você disse que a "fuleiragem music" estava acabando com a imagem do Brasil no exterior. Você ainda pensa assim?
Alceu Valença: As fuleiragens musicais de uma maneira geral estão acabando com a música brasileira. Não consigo entender, por exemplo, porque é que os cantores brasileiros estão adotando uma embocadura típica do soul, que não tem nada a ver com o canto brasileiro. Nada contra a música americana, que é excepcional, mas acho esquisito o cara cantar se espelhando em uma escola que não tem nada a ver com a nossa realidade. O Brasil vai muito bem de uma maneira geral, mas a música brasileira atravessa uma fase perigosa. Precisamos restabelecer o conceito, a curadoria, o entendimento sobre nossa própria cultura.
iG: Como tem sido sua relação com as gravadoras?
Alceu Valença: Como não sou de fazer concessões ao sucesso fácil, nem sempre foi uma relação simples. Passei por todas as multinacionais e briguei com elas todas as vezes que quiseram interferir na minha arte. Nos anos 1980, queriam que eu gravasse música brega e eu recusei solenemente. Eu dizia para os diretores que eles precisavam se ligar mais no ponto-de-vista do que no ponto-de-venda.
iG: Você tem ídolos?
Alceu Valença: Penso que o verdadeiro artista não deve ter ídolos, porque ele fatalmente vai acabar se espelhando neles e, uma vez que isso aconteça, ele acabará se tornando um imitador, corre o risco de virar carne de segunda. Sempre admirei Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, que são grandes mestres da música brasileira, mas nunca os tive como meus ídolos. Quando comecei a carreira, gostava de Elvis Presley, mas ele nunca foi meu ídolo. Recentemente, meu filho Rafael, de 11 anos, começou a gostar dos Beatles e eu passei a escutá-los um pouco mais, são sensacionais. E foi então que eu descobri que muita gente boa da música brasileira plagiou os Beatles. Certa vez fui cantar no Nyon Folk Festival, na Suíça, e um repórter me perguntou o que eu achava de cantar antes de Joan Baez, que na época era mulher de Bob Dylan. Eu disse: "pergunte a Joan Baez o que ela acha de cantar antes de mim". Anos depois, no Rock in Rio, me perguntaram o que eu achava de me apresentar na mesma noite de Prince. Eu respondi: "se ele é o Prince, eu sou o príncipe". Não sou maior nem menor que nenhum deles. Eles são eles, eu sou eu.
iG: Para quando está prevista a estreia de "A Luneta do Tempo"?
Alceu Valença: O filme está praticamente pronto. A ideia é lançar em festivais internacionais de cinema já neste segundo semestre e estrear em circuito comercial no próximo ano.
iG: Há quantos anos você está nesse projeto?
Alceu Valença: Levei doze anos para escrever a história, sou muito detalhista e quis acabar o filme com toda a calma. Rodamos em duas fases, a primeira em dezembro de 2009, em localidades próximas a São Bento do Una, e a segunda, em Nova Jerusalém, em 2011. O filme tem Irandhir Santos e Hermila Guedes, nos papéis principais, além de atores respeitados, como Jones Melo e Helder Vasconcelos. E revela muita gente boa, como o ator, cantor e sanfoneiro Ari de Arimateia, os atores Charles Theony, Ceceu (filho de Alceu), Tito Lívio e Khrystal. Fiz roteiro, direção, montagem, produção musical. Compus mais de 80 músicas para a trilha sonora e atuei.
iG: Como foi a experiência de escrever e dirigir um longa pela primeira vez?
Alceu Valença: Comecei a escrever o texto do filme como um poema de cordel, logo depois da morte de meu pai, como um mergulho na minha identidade, nas minhas raízes. Tempos depois, mostrei o texto ao Waltinho Carvalho, que me disse: “Alceu, isso é cinema!”. E ele me convenceu de que eu deveria fazer um filme. Quando decido fazer alguma coisa, vou fundo, entro de cabeça, trabalho com obstinação. E passei a ter aulas de roteiro, mudei minha maneira de ver cinema. Não sei se farei outro filme, porque cinema dá muito trabalho, tudo leva muito tempo. Mas posso afirmar que, depois desta experiência, o cinema entrou definitivamente na minha vida.
Alceu Valença grava o DVD "Vivo!"
Sesc Belenzinho (R. Padre Adelino, 1000 – São Paulo)
Último show: sábado 11/5, às 21h30
Ingresso: R$ 32 (inteira), R$ 16 (meia) e R$ 8 (trabalhador do comércio e matriculados no Sesc)
Informações: (11) 2076-9700 e pelo site .
Ig

Daniela Mercury faz show em Recife e sua mulher assiste da plateia


Daniela Mercury se apresentou em Recife neste sábado, 11, como parte de sua turnê Canibália. Na plateia, quem acompanhou o show de perto foi a mulher da cantora, a jornalista Malu Verçosa. Antes da apresentação, Daniela recebeu a visita dos filhos, Giovana e Gabriel, e do ex-BBB Aslan em seu camarim.
Daniela Mercury se apresenta com show em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)Malu Verçosa assiste a show de sua mulher, Daniela Mercury, em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Malu Verçosa assiste a show de sua mulher, Daniela Mercury, em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)

Malu Verçosa assiste a show de sua mulher, Daniela Mercury, em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Malu Verçosa assiste a show de sua mulher, Daniela Mercury, em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)

Daniela Mercury se apresenta com show em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Daniela Mercury se apresenta com show em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)

Daniela Mercury se apresenta com show em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Daniela Mercury se apresenta com show em Recife (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)

Daniela Mercury recebe flores dos filhos, Giovana e Gabriel (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Daniela Mercury recebe flores dos filhos, Giovana e Gabriel (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)

Daniela Mercury e o ex-BBB Aslan (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Daniela Mercury e o ex-BBB Aslan (Foto: Felipe Souto Maior / AgNews)
Ego

ONG de pastor preso tem verba federal



O Instituto Vida Renovada (IVR), associação civil ligada à Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), recebeu R$ 1,9 milhão de verbas federais desde 2006 e ainda tem R$ 1,4 milhão a receber, em convênios para programas de prevenção e recuperação de dependentes de drogas, além de assistência jurídica, psicológica e social a presos, ex-detentos e outras minorias.
Com sede em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, a ADUD é presidida pelo pastor evangélico Marcos Pereira da Silva, de 56 anos, preso na terça-feira acusado de estuprar duas fiéis de sua igreja. Ele também é investigado em outro inquérito por associação para o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e quatro homicídios.
De acordo com levantamento no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), feito pela ONG Contas Abertas a pedido do Estado, o governo federal já empenhou (reservou para pagamento posterior) R$ 1,4 milhão para o IVR, em dois convênios celebrados em 2011 e 2012.
No primeiro contrato, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República empenhou R$ 400 mil para implementação do "Centro de Referência em Direitos Humanos no Instituto Vida Renovada". O objetivo é "garantir a orientação geral sobre direitos humanos a qualquer vítima de violação de direitos" e prestar "atenção jurídica, psicológica e social a detentos, egressos do sistema prisional, seus familiares, comunidades e população em geral, bem como a pessoas com deficiência, idosos, quilombolas, indígenas, assentados, afrodescendentes, população GLTB e ciganos".
Já o segundo convênio, assinado com o Fundo Nacional Antidrogas, no valor de R$ 1 milhão, prevê a "realização de seminários para formação de 2.880 multiplicadores sociais para atuarem em ações de prevenção do uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas (álcool, maconha, cocaína, crack, etc) junto ao seu grupo social".
O Instituto também recebeu R$ 216 mil da Prefeitura de São João de Meriti em 2012, para "execução e manutenção do centro de atendimento ao público egresso do sistema prisional, dependentes químicos e moradores de rua". A ONG não recebeu verba do governo do Estado, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios.
Atendimentos. O site do IVR diz que em 2011 foram realizados mais de 4 mil atendimentos nas áreas social, jurídica e psicológica. Afirma ainda que seu abrigo em São João de Meriti atende 80 homens e 40 mulheres oriundos da marginalidade, das penitenciárias e da dependência química.
PARA ENTENDER
A Delegacia de Combate às Drogas investiga o patrimônio de Marcos Pereira e da igreja. O objetivo é saber se o religioso utiliza a ADUD para lavar dinheiro do tráfico. Além do apartamento de R$ 8 milhões na Avenida Atlântica, em Copacabana, a polícia já sabe que estão em nome da igreja os prédios onde ficam sua sede, em São João de Meriti, e suas quatro filiais (em Meriti, na vizinha Duque de Caxias, no Paraná e no Maranhão).
MSN

sábado, 11 de maio de 2013

Carro voador pode ser lançado daqui a oito anos


Carro voador pode ser lançado daqui a oito anos
Foto: Divulgação
Retratado em desenhos animados futuristas, o carro voador tem sido desenvolvido pela empresa americana Terrafugia Transition e pode chegar ao mercado em oito anos. Confira na Coluna Mercado.

Barbosa pode decretar prisão de acusados do mensalão


Barbosa pode decretar prisão de acusados do mensalão
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, defendeu nesta quinta-feira (9) a execução da pena imposta ao ex-deputado José Tatico (PTB-GO) condenado a sete anos de prisão por apropriação indébita previdenciária e sonegação de contribuição previdenciária. Se esse entendimento for transposto para o caso do mensalão, Barbosa pode defender a prisão dos réus antes do trânsito em julgado do processo, logo após o julgamento dos 25 embargos de declaração. No caso do mensalão, algumas das condenações ainda podem ser mudadas se o tribunal aceitar os embargos infringentes. Nesse caso, os ministros teriam de julgar novamente as acusações contra réus que foram condenados mesmo com os votos de quatro ministros pela absolvição. Segundo informações da Agência Estado, a tese de Barbosa no caso de Tatico enfrentará resistência por parte dos ministros do tribunal. Alguns integrantes da Corte adiantaram que a prisão só ocorreria após o trânsito em julgado. Até o momento, os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Marco Aurélio votaram a favor de Tatico. Ayres Britto, Barbosa, Cármen Lúcia e Rosa Weber rejeitavam o recurso. Zavascki chegou a votar contra, mas pediu vista.

Dilma se irrita com vazamento de nomes para o STF


Dilma se irrita com vazamento de nomes para o STF
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
A irritação da presidente Dilma Rousseff (PT) só faz crescer a cada nome que vaza dos possíveis indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF). A irritação foi registrada na nota “Dilma irritada”, do Radar Online, e o desagrado foi exposto ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo."Dilma Rousseff soltou os cachorros com José Eduardo Cardozo e com algumas cabeças do Palácio do Planalto por causa de seguidos vazamentos das reuniões que tem tido com os candidatos a ministros do STF", diz a nota. Após encontros, vazaram os nomes da procuradora-geral de Justiça do Distrito Federal, Eunice Carvalhido, do advogado pernambucano Heleno Torres e do professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Luiz Edson Fachin.

De Olinda para o Rio Vermelho: Banda Eddie se apresenta no Commons Studio Bar

por Marília Moreira

De Olinda para o Rio Vermelho: Banda Eddie se apresenta no Commons Studio Bar
Foto:Divulgação/ Heudes Regis
Direto de Pernambuco, a banda Eddie desembarca novamente em Salvador e se apresenta, pela primeira vez, no Commons Studio Bar, localizado no Rio Vermelho. Para o show,que acontece neste sábado (11), às 22h, não há script. Segundo o vocalista e guitarrista Fabio Thrummer, somente as primeiras músicas são planejadas e fincam base no último trabalho, "Veraneio" (2011)."O restante é sempre uma coisa que a gente vê muito na hora, mas a gente toca quase todas as músicas de todos os CDs", explicou, em entrevista ao Bahia Notícias. A banda fechou parceria com a casa de shows e deverá fazer mais quatro apresentações, com um calendário fixo, na capital. "Para a gente é muito bacana ter esse tipo de parceria, porque conseguimos desenvolver um trabalho dentro da cidade. Tomara que tenhamos condições de manter essa oportunidade de trabalho", animou-se. Além da banda Eddie, Lucas Santtana, Davi Moraes e Curumin são alguns dos artistas presentes no projeto. "Todos estes são trabalhos que admiro demais, autorais e criativos. Ficamos muito honrados em fazer parte dessa seleta".
 

 
Fabio, inclusive, pretende lançar um projeto solo durante este intervalo de produção da Eddie. “Estou sempre fazendo música e estou querendo fazer um trabalho meu, solo, por vários motivos. O principal é que estou em uma idade-chave. Paralelo a isso, a gente está querendo gravar um DVD comemorativo da banda”, explicou. Com o DVD, o músico pretende ter uma brecha para o trabalho solo, que provavelmente irá reunir alguns dos nomes citados acima. Dentre as músicas do novo trabalho, a mais pedida pelo público é “Ela Vai Dançar”, composta em parceria com o também pernambucano Lirinha, ex-Cordel do Fogo Encantado. Para Thrummer, é difícil afirmar qual a música preferida do disco ou de todos esses anos. Mesmo gostando muito da versão do Lirinha para “Ela Vai Dançar”, “mais cool, e que foge daquela formação tradicional do palco de baixo, bateria e guitarra”, o vocalista também gosta da versão da sua banda. “Não costumo formar opinião sobre as nossas músicas. Deixo isso com o público. Se estão dizendo que ‘Ela Vai Dançar’ está entre as 30 melhores, que seja [risos]". 
 
 
Foi ao lado de Lirinha que, em março, a banda esteve em um dos palcos do festival Lollapalooza, em São Paulo. "O palco do festival deve ser do tamanho da casa em que vamos tocar amanhã", brincou Thrummer entre risos. No entanto, mesmo sendo experiências muito diferentes, os shows menores, mais próximos ao público, ainda continuam sendo os preferidos da banda. "A nossa maneira interativa de se fazer shows ainda fica melhor quando o espaço é pequeno", disse.

POLÊMICA!!: Justiça determina prisão de prefeito e servidores


O advogado disse, ainda, que entrou com um pedido de liberdade, junto ao TJ-CE, para que os supeitos respondam em liberdade. A decisão, que aceita o pedido do Ministério Público do Ceará (MPE-CE), também expediu mandados de afastamento do cargo dos gestores públicos por 180 dias e de busca e apreensão.
Também foram cumpridos nesta sexta-feira os mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos e nas sedes de empresas que participam do esquema de desvio de verbas, no município. Na casa de um dos supeitos, a polícia encontrou produtos destinados à merensda escolar dos alunos da rede municipal de ensino.
As investigações do MP apontam que o grupo criminoso atuava desde 2009, sob o comando do prefeito municipal, em um esquema contínuo de fraude na aplicação de recursos públicos. O desvio é estimado em R$ 779 mil, que seriam supostamente destinados ao pagamento de compromissos referentes à locações de veículos e outras despesas públicas.O advogado disse, ainda, que entrou com um pedido de liberdade, junto ao TJ-CE, para que os supeitos respondam em liberdade. A decisão, que aceita o pedido do Ministério Público do Ceará (MPE-CE), também expediu mandados de afastamento do cargo dos gestores públicos por 180 dias e de busca e apreensão.
Também foram cumpridos nesta sexta-feira os mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos e nas sedes de empresas que participam do esquema de desvio de verbas, no município. Na casa de um dos supeitos, a polícia encontrou produtos destinados à merensda escolar dos alunos da rede municipal de ensino.
As investigações do MP apontam que o grupo criminoso atuava desde 2009, sob o comando do prefeito municipal, em um esquema contínuo de fraude na aplicação de recursos públicos. O desvio é estimado em R$ 779 mil, que seriam supostamente destinados ao pagamento de compromissos referentes à locações de veículos e outras despesas públicas. G1/CE
FRAM MARQUES
FONTE: CARLINO SOUZA

Bumbum de ouro: Viviane Araujo multiplica prêmio de R$ 2 milhões



Modelo e atriz financiou cobertura milionária, tem carrão de luxo e loja própria de roupas
Milionária, Viviane Araujo, 38, ainda foge dos que a procuram pedindo dinheiro. Apenas a família colocou a mão em parte dos R$ 2 milhões que a atriz e modelo ganhou da quinta edição do reality show da Record, AFazenda, em agosto do ano passado. O que sobrou rende em um fundo de renda fixa. Mas será que foi um bom negócio? Em entrevista exclusiva ao R7, a gata revela que não quitou seu apartamento – uma cobertura milionária no Rio de Janeiro e que ainda não pode parar de trabalhar. Nas imagens a seguir, conheça seu patrimônio, quanto restou de grana e os erros e acertos na administração dos seus bens.
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R7

NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

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