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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Promotores dizem que pediram a prisão de presidentes, diretores e tesoureiros de ONGs que receberam SUBVENÇÕES



Os promotores de Justiça da força-tarefa formada no Ministério Público de Sergipe para investigar de que maneira foram utilizados recursos de subvenções da Assembleia Legislativa disseram hoje (23), logo após a operação que cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da Assomise  - Associação de Oficiais Militares de Sergipe, e na residência de seu presidente, o Major Adriano Reis (foto), que os pedidos foram feitos à Justiça porque a entidade não enviou os documentos solicitados por três vezes.

Pela manhã, também depois da operação, o major disse à imprensa que havia encominhado para o Terceiro Setor do MP toda a documentação solicitada.
Os promotores disseram que haviam pedido a documentação específica sobre o uso de dinheiro das subvenções, o que não teria sido encaminhado pela Assomise.

Em 2014, a Assomise recebeu R$ 844 mil de suvbvenção indicada pelo deputado estadual Capitão Samuel (PSL).

Os promotores declararam à imprensa que foram feitos saques em volume alto de recursos, "o que pode ser caracterizado como lavagem de dinheiro".

Segundo o promotor de Justiça Henrique Cardoso, nas próximas semanas poderão ser presos presidentes de associações, tesoureiros e outros gestores de entidades beneficiadas com recursos de subvenções da Assembleia Legislativa.
Os pedidos de prisão estão sendo feitos pelo Ministério Público.


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Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
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