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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Torcida do Palmeiras quebrou 877 cadeiras do Itaquerão


Torcida do Palmeiras durante a partida entre Corinthians x Palmeiras, pela semifinal do Campeonato Paulista de 2015, na Arena Corinthians
Torcida do Palmeiras comemora vitória sobre o Corinthians no Itaquerão
(Rodrigo Gazzanel/Futura Press)

O Corinthians divulgou nesta segunda-feira que 877 cadeiras de seu estádio foram destruídas parcial ou totalmente pelos palmeirenses, que ocuparam o setor Sul, na partida deste domingo. É a maior quebra de assentos registrada numa partida desde que o estádio foi inaugurado, segundo o gerente de operações do local, Lúcio Blanco. Ele ainda revelou que um representante do Palmeiras esteve no Itaquerão na manhã desta segunda-feira para averiguar os estragos.
Existe um acordo entre as diretorias de Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos para que seus respectivos presidentes arquem com as despesas na casa do adversário quando sua torcida provocar quebra-quebra. Portanto, as despesas com as cadeiras danificadas serão pagas pelo Palmeiras, assim como na fase classificatória no Paulistão, quando o Corinthians bancou o prejuízo na arena do Palmeiras. Cada assento novo tem preço estimado em 500 reais, mas nem todas as cadeiras quebradas serão descartadas - há possibilidade de reparos, caso contrário o prejuízo total seria de 438.500 reais.
Blanco disse que o quebra-quebra no setor onde estavam os 1.800 torcedores do Palmeiras não começou depois das cobranças de pênaltis. "As imagens registradas pelas câmeras direcionadas para o setor mostram que eles não arrancaram as cadeiras somente depois dos pênaltis. Começou antes, durante a partida. Uma longarina onde 26 cadeiras são presas foram arrancadas ao longo do jogo."
A diretoria do Corinthians estuda tirar os assentos destinados aos torcedores visitantes em dias de clássicos e deixar apenas as lajes de cimento. A ideia é defendida por Andrés Sanchez, superintendente de futebol do Corinthians.
(Com Estadão Conteúdo)

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Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
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