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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mulheres já somam metade dos novos empreendedores brasileiros


Há 10 anos, menos de 30% dos empreendedores eram mulheres. Hoje são mais de 49%. No Sul, essa taxa é ainda maior: 52%.



O sonho de muitos brasileiros é ter a própria empresa. Uma pesquisa realizada em 69 países constatou que 44% dos trabalhadores acalentam essa ideia, e que o perfil dos empreendedores mudou.
A pesquisa feita pelo Sebrae mostra que as mulheres estão se arriscando cada vez mais no mundo dos negócios. Elas já são metade dos novos empreendedores. Em algumas regiões elas já ultrapassaram os homens.
A pesquisa feita pelo Sebrae ouviu 10 mil pessoas entre 18 a 64 anos em todo país, e constatou que quase 44% do brasileiros tem o sonho de ter o próprio negócio, enquanto apenas pouco mais de 24% querem fazer carreira em uma empresa.
“Hoje a gente tem um mercado de trabalho superaquecido, quase o pleno emprego, e mesmo assim o empreendedorismo cresce. Portanto, a qualidade de quem está indo empreender é muito melhor. De cada 10 empresas que são abertas, sete são por oportunidade e apenas três são por necessidade”, afirma Luiz Barreto, presidente do Sebrae.
A pesquisa mostrou que aumentou muito a participação da mulher como principal dona do negócio. Há 10 anos, menos de 30% dos empreendedores eram mulheres. Hoje são mais de 49%. No Sul, essa taxa é ainda maior: 52%.
Mulheres como Deisiane Zortea Kuckla, de Curitiba, que trabalha como secretária remota. Ela criou a microempresa há dois anos e atende pequenas outras empresas que não tem condições de manter uma secretária fixa.
“Eu percebi a necessidade que os profissionais liberais tinham de resolver a vida deles profissional, assuntos burocráticos, administrativos”, ressalta a empresária.
Na região Norte está a maior taxa de empreendedorismo do país, mais de 34%. Enquanto do Sudeste é pouco maior do que 29%, mas é onde estão os empreendedores brasileiros com maior escolaridade.
Pessoas como Raquel Cruz, que foi secretária executiva de grandes bancos durante 15 anos. Quando o marido ficou desempregado, em 2001, ela pediu demissão e juntos, entraram para o mundo dos cosméticos.
“Realmente é uma decisão muito difícil, mas foi uma decisão pensada e acho que acabou dando certo”, afirma a empresária.
A indústria de cosméticos de Raquel começou com um único funcionário. Hoje, 11 anos depois, são 17 funcionários. Raquel foi estudar química e é a química responsável pelos produtos.
O capital inicial foi de R$ 20 mil, hoje o faturamento é R$ 3 milhões por ano. A empresa tem mais de dois mil pontos de venda no Brasil e ainda exporta para Portugal, Espanha e Chile. “O caminho agora é continuar exportando”, afirma a empresária.
A pesquisa também mostrou que o Centro-Oeste se destaca pelas oportunidades de se abrir um negócio: quase 85% das novas empresas da região foram abertas pela identificação de uma oportunidade.
BOM DIA BRASIL

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NA ESTRADA DA VIDA

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
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